O principal objetivo da GOLDEN SGF para 2020 era consolidar a inversão conseguida em 2019 do ciclo de resultados negativos que haviam marcado a última década da sua história, com especial enfoque no crescimento da carteira sob gestão.
Revendo o ano de
2020, tendo este iniciado sem grandes sobressaltos, a verdade é que em março, a
população mundial viu-se confrontada com aquele que será certamente um dos
factos mais marcantes do século XXI, a pandemia do Covid 19.
Devido às medidas de restrição social impostas
nas principais economias, a recessão foi inevitável. A principal questão era a
sua duração e magnitude.
O sentimento de pânico
apoderou-se dos investidores e a volatilidade dos mercados financeiros atingiu
níveis inauditos, com as principais bolsas mundiais a colapsarem e a
economia global a registar uma acentuada desaceleração para níveis que não
se viviam desde a II Guerra Mundial.
Volvidos dois
meses, e com o desconfinamento gradual da população, assistiu-se ao início
da recuperação da economia, fruto das medidas implementadas pelos governos
e bancos centrais a nível mundial.
Fatores como o teletrabalho, a impossibilidade de viajar, a redução do consumo de bens não essenciais, traduziram-se num aumento natural da poupança mensal dos investidores, tendo a GOLDEN SGF acompanhado este movimento de forma inequívoca, com um valor total de subscrições em 2020 de 12 milhões de euros.
Neste contexto de elevada volatilidade, mantivemos a nossa convicção de aposta na exposição ao mercado acionista, tendo sido decidido constituir um novo PPR, o PPR GOLDEN SGF TOP Gestores, uma solução diferenciadora e única no mercado.
O resultado desta estratégia da GOLDEN SGF refletiu-se nas posições alcançadas no ranking das rentabilidades da APFIPP, com quatro dos seus Fundos a liderar nas classes que integram, PPR SGF Stoik (1º), PPR GOLDEN SGF Poupança Dinâmica (2º), PPR GOLDEN SGF Top Gestores (1º) e FPA SGF Reforma Stoik (2º).
Destacamos o excecional crescimento de 26% alcançado nos PPRs, num ano em que o mercado apenas registou 14%. Já nos Fundos de Pensões Abertos, a GOLDEN SGF cresceu 16%, em linha com o mercado. Desse modo, a GOLDEN SGF registou um crescimento de 10% dos ativos geridos, com um aumento do volume sob gestão na ordem dos 8 milhões de euros.
Num período tão difícil e exigente, é de assinalar que 2020 terminou como o melhor ano da última década da história da GOLDEN SGF, corroborando o ciclo de resultados positivos iniciado em 2019 sendo, estamos convictos, uma demonstração do que é possível obter quando se junta uma excelente equipa com uma estratégia de gestão altamente profissional e dedicada.
Mas tal só se
concretizou porque a poupança dos portugueses tem vindo a aumentar, e por isso,
um agradecimento especial a si, que poupou agora mais do que nunca, com
a ajuda de quem se dedica a esta missão
há mais de 30 anos!
Saiba se pode beneficiar da isenção de tributação das mais-valias imobiliárias
Neste artigo vamos esclarecer todas as suas dúvidas relativamente à isenção da tributação das mais-valias imobiliárias para que possa usufruir de uma reforma mais tranquila.
Saiba se pode beneficiar respondendo às seguintes questões:
Pretende vender a sua habitação própria e permanente ou a do seu agregado familiar?
Encontra-se reformado ou tem, pelo menos, 65 anos de idade?
ou
O seu cônjuge encontra-se reformado ou tem, pelo menos, 65 anos de idade?
Em caso afirmativo, poderá beneficiar da exclusão da tributação das mais-valias da venda do seu imóvel, através do investimento numa adesão individual a um Fundo de Pensões Aberto.
Faça o seu investimento nos Fundos de Pensões Abertos GOLDEN SGF Reforma
Além de poupar ao não pagar mais-valias pela venda da sua habitação, pode até ganhar mediante as rentabilidades do Fundo.
Provavelmente ainda tem perguntas, mas a GOLDEN SGF está aqui para ajudar:
Quanto tempo tenho para investir?
O investimento terá que ser realizado nos seis meses posteriores contados da data de venda do imóvel.
Como calcular o valor a investir?
Montante disponível = Valor da venda – Amortização do empréstimo contraído para a compra do imóvel vendido – Valor de reinvestimento na compra de outro imóvel (*)
(*) ou ainda: compra de terreno para construção de imóvel, construção, ampliação ou melhoramento de imóvel destinado a habitação própria.
Qual a isenção de que poderei usufruir?
A isenção de mais-valias será total caso invista a totalidade do “Montante disponível”.
No caso de reinvestimento parcial do “Montante disponível” a isenção dirá respeito apenas à parte proporcional dos ganhos correspondentes ao valor reinvestido.
Quais as condições para reembolsar o Património?
O reembolso deverá ser efetuado em prestações regulares periódicas, de montante máximo anual igual a 7,5% do valor investido.
O que acontece se o reembolso ultrapassar o limite máximo anual dos 7,5%?
Nesta situação, verificar-se-á a perda total da isenção.
Como posso reembolsar os 7,5% do valor investido?
O reembolso poderá ser efetuado em prestações periódicas mensais, trimestrais, semestrais ou anuais.
Posso alterar o montante?
Sim, dentro do limite dos 7,5% do valor investido.
Tenho algum custo por reembolsar?
Não serão cobradas quaisquer comissões sobre os reembolsos efetuados.
Em caso de morte o que acontece ao meu capital?
Os beneficiários designados no contrato continuarão a receber o benefício, nas condições estabelecidas.
Numa altura em que
os depósitos das famílias nos bancos voltam a bater um novo máximo histórico,
um recorde de 162.800 milhões de euros, é tempo de refletir sobre o Risk
Outlook 2021, publicado pela CMVM em Janeiro, que não só perspetiva os
riscos mais significativos para 2021 como analisa também o ano que passou e
identifica assim algumas tendências como o aumento da poupança e a perpetuação
do conservadorismo dos aforradores.
No caso de Portugal,
apesar do aumento do risco de crédito, a publicação refere que, medidas como as
moratórias do crédito concedido e os apoios às empresas permitiram assegurar
a solvabilidade.
Este contexto refletiu-se
na poupança e no sentimento das famílias. Nos primeiros meses observou-se um
ligeiro acréscimo na taxa de poupança das famílias mas a partir do
segundo trimestre do ano que assistiu-se a um forte aumento causado pela queda da
atividade económica, pelo aumento da incerteza e claro, pelo confinamento.
A poupança das famílias acabou assim por crescer por via da diminuição do consumo privado de bens duradouros e não duradouros (i.e., forte decréscimo na despesa em atividades de lazer, hotéis, restaurantes, transportes, vestuário e calçado).
Fonte: CMVM
Num cenário adverso,
em que o rendimento disponível diminuiu, devido ao aumento do desemprego e da
aplicação do layoff simplificado em muitas empresas, assistimos ao aumento
da taxa de poupança.
Como reflexo desse enquadramento, os depósitos à ordem e a prazo aumentaram, o que se deve, provavelmente, a uma maior preferência por liquidez e por produtos denominados de mais seguros, ainda que estes proporcionem rentabilidades muitos reduzidas dado o contexto de muito baixas taxas de juro (ou até negativas).
TABELA 1 – Valor das aplicações (saldos) em produtos financeiros em Portugal
Este panorama retrata
assim uma constante procura de segurança ao verificar que mais de dois
terços das aplicações em produtos financeiros em Portugal são em soluções muito
conservadoras.
No entanto, na Golden SGF, sabemos que tem sido um momento propício ao aumento das aplicações em carteiras de maior risco, numa eventual procura de encarar o investimento e a poupança de modo mais arrojado e promissor. E claro, para aumentar a probabilidade de obter rentabilidades superiores aos depósitos:
Rentabilidades líquidas de comissões de gestão Nota: Rentabilidade passadas não são garantia de rentabilidade futuras.
Observando o gráfico da evolução das rentabilidades dos PPR Golden SGF até ao mês passado, sobretudo em produtos, como o PPR SGF Stoik, o PPR Golden SGF Poupança Dinâmica e o nosso novo produto, lançado já em contexto de pandemia, o PPR Golden Top Gestores, podemos ver que as rentabilidades são algo distintas face aos conhecidos depósitos a prazo.
Há formas
diferentes de encarar a poupança. Que além de lhe
poderem proporcionar retornos mais interessantes ainda beneficiam de um regime
fiscal atrativo.