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PLANOS POUPANÇA REFORMA

Rentabilidades Janeiro 2026

Classe de riscoJaneiro de 20262026 YTD (Jan)2025Últimos 3 anosÚltimos 5 anos
Golden SGF Poupança Garantida31,11%1,11%11,64%20,51%16,85%
Golden SGF Poupança Conservadora31,60%1,60%13,30%22,36%21,58%
Golden SGF Poupança Equilibrada42,18%2,18%16,34%26,18%26,00%
Golden SGF Poupança Ativa43,24%3,24%20,81%34,51%39,10%
Golden SGF Poupança Dinâmica45,37%5,37%28,49%47,13%56,69%
SGF Stoik41,93%1,93%4,67%23,00%19,03%
Golden SGF Top Gestores43,63%3,63%13,61%37,43%33,75%
GOLDEN SGF ETF – Classe Plus ⁽ ¹ ⁾41,43%1,43%8,90%--
GOLDEN SGF ETF – Classe Start ⁽ ² ⁾41,40%1,40%8,65%--
DECO PROTESTE ⁽ ³ ⁾41,39%1,39%0,28%--

(1) PPR Golden SGF ETF Classe Plus: início de comercialização a 31 de outubro de 2023
(2) PPR Golden SGF ETF Classe Start: início de comercialização a 1 de julho de 2024
(3) PPR Deco Proteste: início de comercialização a 24 de outubro de 2023

FUNDOS DE PENSÕES ABERTOS

Rentabilidades Janeiro 2026

Classe de riscoJaneiro de 20262026 YTD (Jan-Dez)2025Últimos 3 anosÚltimos 5 anos
Golden SGF Reforma Garantida31,86%1,86%9,13%18,63%15,45%
Golden SGF Reforma Conservadora31,75%1,75%11,86%19,70%18,30%
Golden SGF Reforma Equilibrada32,09%2,09%13,89%23,81%24,11%
Golden SGF Reforma Dinâmica ⁽ ¹ ⁾45,50%5,50%28,45%--
SGF Reforma Stoik51,57%1,57%4,17%21,84%18,36%

(1) FPA Golden SGF Reforma Dinâmica: início de comercialização a 1 de maio de 2023.

Disclaimers:

- As rentabilidades mencionadas são líquidas de comissões administrativas, de gestão e de depósito, calculadas com base no valor da UP que corresponde à valorização da carteira do dia anterior (Exemplo: UP dia 31/12/2025 → Valor de carteira/títulos a 30/12(2025).
- A rentabilidades dos últimos 3 anos e dos últimos 5 anos são rentabilidades acumuladas.
- Rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras.
- YTD ( Year to date ): Rentabilidade acumulada desde o início do ano.

Destaques do mês nos mercados financeiros

Volatilidade reforçada e sensibilidade ao contexto global: Janeiro confirmou a mudança de regime nos mercados financeiros. Observou‑se maior volatilidade, movimentos rápidos e uma crescente influência de algoritmos e do fluxo noticioso nas decisões de investimento. A desconexão face aos fundamentais económicos mantém‑se visível, reforçando a importância de uma gestão disciplinada num ambiente global mais imprevisível.

Escalada geopolítica e uso crescente de tarifas como arma política: O mês foi marcado por vários eventos geopolíticos relevantes: a intervenção dos EUA na Venezuela, a intensificação das tensões com o Irão e o regresso das tarifas como ferramenta de pressão política, inclusive entre aliados. A aprovação do acordo UE–Mercosul reforça a necessidade de diversificar cadeias de fornecimento num contexto internacional mais fragmentado.

Bancos Centrais entre prudência e pressão política: A política monetária manteve-se no centro das atenções. A FED deixou as taxas inalteradas, mas enfrentou pressão política crescente, num contexto de influência direta sobre condições financeiras. Japão e Canadá optaram por estabilidade, enquanto o Brasil sinalizou cortes iminentes. Apesar da volatilidade, os dados macro mostraram resiliência nos EUA, estabilização na Europa e dificuldades persistentes na China.

Commodities fortes e dólar enfraquecido: Nos mercados, verificou-se uma clara rotação para setores cíclicos, com emergentes e pequenas capitalizações a superarem os desenvolvidos. As commodities brilharam — com ouro e prata em máximos históricos e petróleo em forte valorização — enquanto o dólar teve um mês negativo. O movimento reforça a perceção de transição para um sistema internacional mais multipolar, onde geopolítica e mercados caminham lado a lado.

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