Com o regresso às aulas a aproximar-se, começam também os preparativos para o novo ano letivo. Nesta altura, a atenção costuma estar virada para os livros escolares ou para a mochila da moda, mas porque não aproveitar para começar também a preparar o futuro financeiro dos seus filhos?

Investir para menores é uma excelente forma de garantir estabilidade e consciência financeira no futuro — sobretudo quando se começa cedo. No entanto, muitos adultos cometem erros ao estruturar estes investimentos, seja por falta de informação, excesso de confiança ou precipitação.

Neste artigo, partilhamos os cinco erros mais comuns ao investir para menores — e como pode evitá-los.

1. Escolher produtos sem considerar o horizonte temporal

Ao investir para menores, é essencial ter em conta o tempo até à maioridade ou até ao momento em que o capital possa ser resgatado. Optar apenas por produtos de curto prazo pode limitar o crescimento do investimento. Muitos pais acabam por escolher contas-poupança tradicionais quando pensam nas poupanças dos seus filhos, porque as consideram como a opção mais segura, e tendem a esquecer-se que o tempo está a favor deles. Para investimentos com horizonte de 10, 15 ou 18 anos, produtos suscetíveis a maior rentabilidade podem fazer toda a diferença no montante final.

👉 Recomendação: Analise o horizonte temporal e considere soluções como PPRs ou fundos com perfil de longo prazo.

2. Ignorar a fiscalidade associada aos produtos

Nem todos os produtos têm o mesmo tratamento fiscal. Alguns podem gerar encargos inesperados no momento do resgate. Por exemplo, resgatar um PPR fora das condições legais pode implicar penalizações fiscais. Além dos PPRs, produtos como fundos de investimento ou seguros financeiros podem ter regimes fiscais distintos, que podem favorecer (ou prejudicar) o rendimento líquido. Ter uma visão fiscal desde o início ajuda a evitar surpresas e maximiza o retorno.

👉 Recomendação: Informe-se sobre os benefícios e penalizações fiscais antes de investir.

5 Erros Comuns ao Investir para Menores

3. Não envolver o menor no processo educativo

Investir para menores não deve ser apenas uma decisão financeira tomada pelos adultos. Também pode (e deve) ser uma oportunidade educativa para os mais novos. Ignorar este passo é perder uma oportunidade de transmitir noções importantes de poupança, disciplina e valorização do dinheiro. Mesmo que sejam pequenos, os mais novos podem participar de forma simples (dependedo da idade claro) como decidir juntos uma percentagem da mesada a investir, escolher uma “empresa favorita” para acompanhar ou até criar um quadro visual de poupança.

👉 Recomendação: Explique o propósito do investimento ao seu filho(a) e introduza conceitos básicos de literacia financeira de forma simples e adaptada à idade.

4. Falta de diversificação

Concentrar o investimento num único produto ou setor aumenta o fator do risco. Por exemplo, investir apenas em ações de empresas tecnológicas pode ser prejudicial em momentos de instabilidade. Uma boa prática é aplicar a “regra dos 3”: investir em ativos de baixo risco (como obrigações), médio risco (fundos diversificados) e maior risco (ações ou ETFs). Assim, acaba por construir um portfolio com crescimento a longo prazo.

👉 Recomendação: Diversifica entre diferentes classes de ativos e geografias para reduzir o risco.

5. Não rever o investimento ao longo do tempo

Um investimento feito para um menor deve ser monitorizado e ajustado ao longo dos anos. Ignorar esta revisão pode levar a perdas ou a oportunidades desperdiçadas. A vida muda — e os objetivos também. O que faz sentido quando o seu filho tem 2 anos pode já não ser adequado quando ele tem 12. Rever a carteira a cada 1-2 anos garante que o plano continua alinhado com o propósito inicial.

👉 Recomendação: Reavalie regularmente a carteira de investimento e faça os ajustes necessários, tendo sempre em conta o perfil e os objetivos definidos para o menor.

5 Erros Comuns ao Investir para Menores

Conclusão

Investir para menores é uma responsabilidade que exige planeamento, conhecimento e acompanhamento. Evitar estes erros comuns pode fazer toda a diferença no futuro financeiro dos mais jovens.

Na Golden SGF, ajudamos a escolher o produto certo para cada cliente consoante os seus objetivos a longo prazo. Se deseja começar a preparar hoje o futuro financeiro dos seus filhos, fale connosco.

Todos os dias, os mercados financeiros contam uma nova história — algumas com impacto real, outras nem tanto. As últimas notícias têm-se centrado em “tensões geopolíticas”, “inflação persistente” ou “decisões dos bancos centrais”, preocupando muitos investidores sobre o futuro do seu património. É fácil ficar preso nestas flutuações e preocupações momentâneas, mas a pergunta que realmente importa é: em que horizonte temporal está a pensar quando faz um investimento?

Na Golden SGF, acreditamos que a visão a longo prazo é um aliado poderoso, e a história comprova isso mesmo. Desde 1926, os períodos de crescimento nos mercados (bull markets) têm durado, em média, muito mais do que os períodos de desvalorização (bear markets). Ou seja, podemos até dizer que o tempo está do lado de quem investe com paciência e estratégia.

Mas uma coisa é certa: o investimento não tem por base só matemática — incorpora também um jogo emocional que nos pode levar a tomar decisões impulsivas.

Um exemplo real: 2020–2024

Um investidor que tivesse investido no S&P 500 em janeiro de 2020, mesmo tendo vivido a dramática queda de março de 2020 (mais de 30% em questão de semanas), teria visto o seu investimento valorizar substancialmente até 2024. Este exemplo demonstra como manter uma perspetiva de longo prazo pode transformar momentos de aparente catástrofe em oportunidades.


O que parece uma crise no momento pode, com tempo e disciplina, revelar-se uma oportunidade.

Porque não investir tudo em ações do ponto de vista individual?

É uma pergunta válida — e até lógica, mas há três razões pelas quais defendemos uma abordagem equilibrada:

1. A Incerteza dos Retornos Futuros

Rentabilidades passadas não são garantia rentabilidades futuras e, é por isso que a construção de uma carteira deve ser feita com realismo.

2. A componente emocional

Durante 2020 e 2022, muitos índices registaram quedas de 30% ou mais. Se todo o seu património estivesse investido apenas em ações, conseguiria manter a calma e não vender no momento errado? A natureza humana tende a favorecer decisões emocionais precisamente quando a racionalidade é mais necessária.

3. O Risco da Concentração Geográfica

Um investidor português que tivesse concentrado recursos no PSI-20 no início dos anos 2000 teria uma perspetiva muito diferente. O índice português registou períodos prolongados de performance dececionante, demonstrando os riscos de uma abordagem geograficamente concentrada.

Diversificação: o pilar de uma estratégia sólida

Uma carteira bem construída deve incluir:

- Ações de várias regiões (EUA, Europa, Japão e emergentes) e setores;

- Obrigações (para maior estabilidade);

- Fundos alternativos;

- Metais preciosos.

O objetivo não é “acertar no próximo grande investimento”, é proteger o seu capital e reduzir a volatilidade, mesmo quando os mercados estão turbulentos.

2020 a 2024: Um teste real para todos os investidores

Os últimos quatro anos ofereceram um curso intensivo sobre diversificação:

- 2020: A pandemia e a queda abrupta dos mercados;

- 2022: A subida agressiva das taxas de juro penalizou ações como obrigações;

- 2023-2024: A recuperação foi desigual, com setores e geografias a avançar em ritmos diferentes.

Quem teve uma carteira diversificada, bem ajustada e que se manteve investido, conseguiu atravessar este período com maior serenidade — e com melhores resultados a longo prazo. A verdadeira criação de riqueza acontece quando resistimos à tentação de tomar decisões emocionais baseadas em eventos de curto prazo. Em vez disso, devemos focar-nos na construção gradual e consistente do património, sempre pensando num futuro a longo prazo.

E o papel dos PPRs nesta estratégia?

Saiba qual é a estratégia que resistiu a pandemias, guerras e inflação

Um dos instrumentos mais eficazes para quem quer investir com visão de longo prazo, beneficiando de vantagens fiscais e estabilidade, são os Planos Poupança Reforma (PPRs). Quando bem integrados numa carteira diversificada, os PPRs ajudam a construir património de forma consistente e disciplinada — beneficiando ainda de vantagens fiscais relevantes (veja mais aqui).

 Na Golden SGF, vemos os PPRs não apenas como soluções para a reforma, mas como soluções de poupança flexíveis, adaptáveis a diferentes fases da vida e perfis de investidor. Quer conhecer soluções pensadas para si? Descubra mais em www.goldensgf.pt


Durante anos, os depósitos a prazo foram apresentados como a opção mais segura para as poupanças familiares. No entanto, uma análise aos dados oficiais do Banco de Portugal revela que esta perceção de segurança não corresponde à realidade económica.

Os números são claros: nos últimos 10 anos (2015-2024), quem manteve as suas poupanças em depósitos a prazo perdeu 10,20% em termos reais . O retorno acumulado obtido através deste produto de 6,12% ficou muito aquém da inflação acumulada no mesmo período: 18,18%.

A situação agravou-se significativamente nos últimos cinco anos, onde a taxa real anualizada atingiu -1,37%. Mesmo com a melhoria recente das taxas de juro dos depósitos para 1,64% anualizados, a inflação mantém-se em 3,04% anualizados, perpetuando um ambiente desfavorável para este tipo de investimento. Esta divergência crescente demonstra que o problema não é conjuntural, mas estrutural, refletindo um desajustamento fundamental entre as expectativas dos aforradores e a realidade económica.

PeríodoRetorno acumulado em termos nominaisInflação acumuladaRetorno Acumulado em termos reaisTaxa de retorno real anualizada
22 anos (2003-2024)9,82%11,48%-1,49%-0,07%
10 anos (2015 - 2024)6,12%18,18%-10,20%-1,07%
5 anos    (2020 - 2024)8,45%16,17%-6,65%-1,37%
Cálculos realizados com base nos dados oficiais do Banco de Portugal (BPstat) e Instituto Nacional de Estatística (INE)


O período entre 2015 e 2021, caracterizado por taxas de juro ultra-baixas, foi particularmente penalizador. As taxas dos depósitos a prazo chegaram ao mínimo histórico de 0,05% em 2021, enquanto a inflação se mantinha presente. Posteriormente, o choque inflacionista de 2022, com inflação de 9,59% contra taxas de depósitos de apenas 0,85%, resultou na maior perda real jamais registada: cerca de 8% num único ano. Estes dados evidenciam que mesmo os períodos de aparente estabilidade podem ocultar uma erosão silenciosa do poder de compra.

Estes resultados demonstram que a estratégia tradicional de concentrar poupanças exclusivamente em depósitos a prazo apresenta limitações significativas na preservação do poder de compra. Na Golden SGF, utilizamos esta evidência para sublinhar a importância de soluções mais adequadas ao contexto económico atual, como os Planos Poupança Reforma (PPR’s). Estes instrumentos, quando bem enquadrados numa estratégia financeira personalizada, permitem proteger o poder de compra ao longo do tempo, beneficiando simultaneamente de vantagens fiscais e de uma gestão orientada para o longo prazo.


Num cenário em que os depósitos a prazo deixaram de cumprir o objectivo fundamental de preservar a riqueza real, os PPR’s assumem-se como uma alternativa sólida e eficaz para quem procura rentabilizar as suas poupanças e construir um futuro financeiro mais seguro. Conheça as nossas soluções AQUI.

Sabia que, ao investir no PPR Golden SGF ETF, está a colocar parte do seu dinheiro em empresas do top mundial como Nvidia, Microsoft, Apple, ou Amazon ? Só estas empresas representam uma fatia relevante da carteira do PPR (mais do que 10%). E isso não é por acaso.

Se sempre teve curiosidade em investir nestas grandes empresas, mas não queria arriscar em apenas uma ação, esta pode ser uma forma equilibrada, simples e fiscalmente vantajosa de o fazer. Neste artigo, explicamos de forma clara a sua composição e o que isso significa para o seu investimento.

Composição do PPR Golden SGF ETF

A carteira do PPR Golden SGF ETF é uma carteira pensada para crescimento a longo prazo, com alguma estabilidade e proteção adicional. Atualmente este produto é composto por:

✅ 75% em Ações globais

✅ 22,5% em Obrigações

✅ 2,5% em Liquidez

Dentro da componente de Ações, o ETF com maior peso é o iShares Core MSCI World UCITS ETF, que representa cerca de 64% da carteira global. Este ETF inclui mais de 1.400 empresas de mercados desenvolvidos, como EUA, Europa, Japão, UK e Canadá, sendo que os Estados Unidos representam certa de 70%.

Mas atenção: nem todas as empresas têm o mesmo peso — as 10 maiores posições representam quase 25% do respectivo ETF (hares Core MSCI World UCITS ETF).

As 10 gigantes que dominam o ETF

Top 10 empresasPeso  no ETF (%)
NVIDIA5,09%
MICROSOFT4,64%
Apple4,07%
Amazon2,77%
Meta Platforms2,14%
BROADCOM INC1,63%
Alphabet INC (Class A)1,36%
TESLA INC1,21%
ALPHABET INC (CLASS C)1,16%
JPMorgan Chase & CO1,07%
Total25,14%
(Dados a 30/06/2024)

Estas empresas são verdadeiras forças dominantes nos mercados globais, com um histórico de crescimento robusto, forte geração de lucros e influência em setores-chave como tecnologia, inteligência artificial, cloud computing, saúde e serviços financeiros. Ao investir no PPR Golden SGF ETF está a investir nestas empresas conhecidas pelo seu elevado potencial de crescimento.

E a diversificação?

Embora tenha algum peso na carteira (cerca de 64%), é importante salientar que o iShares Core MSCI World UCITS ETF representa apenas uma parte do PPR. Este produto inclui também:

- Um ETF de ações de mercados emergente, com uma exposição a mais de 3.000 empresas de países emergentes dos quais destacamos China, Taiwan, Índia, Coreia do Sul, e Brasil;

-  ETFs de obrigações diversificadas, incluindo dívida de mercados emergentes, obrigações corporativas high yield e dívida pública indexada à inflação.

Ou seja, a carteira é ampla, equilibrada e pensada para uma poupança a médio e longo prazo.

Vantagens para quem investe:

Resumindo, ao investir no PPR Golden SGF ETF, está a:

- Ter exposição indireta às maiores e mais influentes empresas do mundo.

- Beneficiar de gestão passiva com comissões reduzidas (0,75% Classe A e 1% Classe B – ver Documento Informativo).

- Tirar partido das vantagens fiscais dos PPRs — especialmente se mantiver o investimento a 8 anos ou até à idade da reforma.

Quer investir com confiança?

Não precisa de comprar ações individuais, nem gerir vários ETFs. O PPR Golden SGF ETF faz isso por si, com gestão ativa, reinvestimento automático e vantagens fiscais.

➡️ Quer beneficiar desta carteira diversificada, com exposição a gigantes tecnológicas e mercados emergentes?

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Sendo uma das poucas soluções no mercado que combina a diversificação dos ETFs com as vantagens fiscais dos PPRs, é natural surgirem dúvidas sobre os seus benefícios — e sobre o que o distingue de outras opções no mercado.

Entre as perguntas mais frequentes que recebemos, uma destaca-se pela sua relevância para quem procura uma solução sólida e fiscalmente vantajosa para a reforma: “O PPR Golden SGF ETF pode ser considerado um produto de capital capitalizado?”

A resposta curta é: Sim, pode. Mas como sempre no mundo dos investimentos, vale a pena explicar o porquê, por isso hoje contamos-lhe mais uma curiosidade sobre o PPR Golden SGF ETF. Prontos?

💡 O que significa “capital capitalizado”?

Primeiro vale a pena desmistificar o que é um produto de “capital capitalizado” (duas palavras que soam a erro ortográfico, mas que fazem toda a diferença na prática). Um produto de capital capitalizado é aquele em que os rendimentos gerados (como juros e os dividentos) são reinvestidos automaticamente, aumentando o valor do investimento a longo prazo. Portanto, não existem distribuições periódicas ao investidor.

Este processo permite beneficiar do chamado efeito de capitalização composto, onde os rendimentos geram novos rendimentos — um dos mecanismos mais poderosos para o potencial crescimento do património a longo prazo. Tal como qualquer produto de investimento ou poupança, também estes têm as suas vantagens e desvantagens:

Vantagens:

- Potencial de crescimento a longo prazo

- Reinvestimento automático dos ganhos

- Flexibilidade de investimento (entregas pontuais ou regulares) - Regime fiscal com vantagens

Desvantagens:

- Está sujeito ao risco de mercado

- O resgate antecipado pode implicar penalizações - Alguns produtos do mercado apresentam custos elevados de gestão e ou subscrição

📈 Como funciona o PPR Golden SGF ETF?

O PPR Golden SGF ETF combina as vantagens dos Planos de Poupança Reforma (PPR) com o potencial de valorização dos ETFs (fundos cotados em bolsa). O que o distingue é o seguinte:

- Investimento exclusivo em ETFs: garantindo uma carteira diversificada, eficiente e com baixos custos.

- Reinvestimento automático dos rendimentos: permite reinvestir os ganhos obtidos com os ETFs, adiando a sua tributação. Neste momento, todos os ETFs nas quais o PPR está a investir, são ETFs de acumulação, ou seja, reinvestem os rendimentos que auferem, não os distribuindo. Isso possibilita um crescimento contínuo do capital ao longo do tempo.

- Tributação diferida: a tributação dos ganhos realiza-se apenas no momento do reembolso, usufruindo das condições fiscais vantajosas aplicáveis aos PPRs.

- Perfil de risco ajustado: ideal para quem procura rentabilidade a médio/longo prazo e aceita alguma volatilidade.

- Este não é um produto com garantia de capital, tal como em qualquer fundo de investimento com um nível de risco mais elevado.

O PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado Descubra a resposta!

✅ Então, o PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado?

Sim. Apesar de funcionar como um PPR convencional, a principal diferença está no facto de investir exclusivamente em ETFs. A tributação apenas ocorre no momento do reembolso. Ou seja, o PPR Golden SGF ETF é um produto de capital capitalizado, porque:

- Os ganhos não são distribuídos ao investidor, mas sim reinvestidos no próprio fundo;

- Não há pagamento de rendimentos periódicos;

- A valorização do capital acontece de forma contínua, através da capitalização composta.

Este modelo está alinhado com o objetivo de longo prazo dos PPRs: acumular capital de forma eficiente, aproveitando os incentivos fiscais e as oportunidades nos mercados financeiros.

🧮 Benefícios para o investidor

- Crescimento acumulado do capital, graças ao reinvestimento automático.

- Vantagens fiscais tanto na dedução em IRS como na tributação mais favorável no momento do resgate. Podem conhecer mais aqui.

- Diversificação global com a solidez dos ETFs.

- Uma estratégia pensada para quem tem horizonte de longo prazo e visão patrimonial.

📌 Conclusão

Se procurava saber se o PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado, agora já sabe: sim, é — e isso representa uma das grandes forças deste produto. Ao combinar reinvestimento automático, eficiência fiscal e exposição a mercados globais, este PPR é uma escolha acertada para quem quer construir um futuro financeiro sólido com uma estratégia clara e disciplinada.

Tem dúvidas sobre como começar? A nossa equipa está pronta para ajudar. Conheça melhor o PPR Golden SGF ETF AQUI.

Durante o último fim de semana, os Estados Unidos entraram oficialmente no conflito do Médio Oriente, com bombardeamentos dirigidos às principais instalações nucleares iranianas. Esta ação representa uma nova fase de escalada no conflito, com potenciais implicações profundas tanto no plano geopolítico como nos mercados financeiros globais.

Apesar do apoio imediato da Rússia ao Irão e da decisão do parlamento iraniano de encerrar o Estreito de Ormuz, a reação dos mercados ao ataque e à possibilidade de uma retaliação iraniana foi relativamente contida. O preço do barril do petróleo (Brent) ultrapassou os 80 dólares, mas recuou pouco depois, enquanto os principais mercados acionistas da Ásia registaram apenas quedas ligeiras. Na Europa, o comportamento foi semelhante, com perdas moderadas nos índices de referência, em linha com os futuros norte-americanos.

Esta reação moderada indica que os investidores continuam a interpretar o conflito como um episódio de alcance regional. Ainda assim, a crescente imprevisibilidade do contexto geopolítico torna cada vez mais difícil antecipar e gerir os riscos associados.

O Epicentro Energético Mundial

As tensões entre Israel e Irão colocaram em foco uma das regiões mais estratégicas do mundo. Irão e Iraque (este último frequentemente atuando como proxy de Teerão) são membros influentes da OPEC+, mas é sobretudo a posição geográfica do Irão que confere a este conflito um potencial impacto sistémico nos mercados energéticos globais.

O Irão controla toda a costa norte do Golfo Pérsico, uma zona marítima vital por onde circula cerca de 20% do petróleo transportado por mar. O Estreito de Ormuz — que liga este "mar interior" ao Golfo de Omã, e daí ao Mar Arábico e ao Oceano Índico — é o único corredor viável para esse fluxo energético. Não por acaso, o Irão mantém nesta área várias bases militares e navais, reforçando a sua posição estratégica.

A instrumentalização das rotas marítimas como forma de pressão geopolítica não é nova na região. Desde o início da guerra em Gaza, os rebeldes Houthi, no Iémen, têm atacado navios no Estreito de Bab al-Mandeb, porta de entrada para o Mar Vermelho. Ainda assim, esse bloqueio pode ser contornado pela rota alternativa do Cabo da Boa Esperança — mais longa, mas segura. Já no caso do Estreito de Ormuz, não existe alternativa prática: o seu encerramento teria implicações imediatas para o comércio global de energia.

Implicações para os Investidores: A Gestão Ativa é Essencial

O ambiente de mercado mantém-se surpreendentemente robusto, apesar das incertezas. Esta resposta moderada sugere que os investidores continuam a encarar o conflito como limitado ao plano regional, embora a crescente imprevisibilidade dos riscos geopolíticos continue a dificultar a avaliação e cobertura dos mesmos.

Este ambiente geopolítico (e económico) complexo reforça a importância de uma gestão ativa e diversificada dos ativos, com especial atenção às dinâmicas dos diferentes agentes envolvidos e aos seus impactos diferenciados nos vários segmentos e geografias dos mercados financeiros. 

Na Golden SGF, continuamos a acompanhar de perto os desenvolvimentos no Médio Oriente, conscientes de que eventos desta natureza exigem não apenas atenção contínua, mas também agilidade estratégica e visão de longo prazo.

Investir pode parecer desafiante, especialmente quando surgem dúvidas sobre o que fazer ou evitar.

Muitos investidores, mesmo com alguma experiência, acabam por cometer erros que podem comprometer os seus objetivos financeiros a médio e longo prazo — muitas vezes sem se aperceberem disso.

Neste artigo, vamos partilhar os 5 erros mais frequentes que podem pôr em risco o sucesso dos seus investimentos — e mostrar-lhe como os pode evitar, para construir um futuro financeiro mais seguro e sólido.

1. Não conhecer o seu perfil de risco

Cada investidor tem uma tolerância ao risco diferente, que depende da sua situação pessoal, dos seus objetivos financeiros e do horizonte temporal. Ignorar este perfil pode levá-lo a investir em produtos que não se adequam à sua realidade, o que pode gerar decisões precipitadas em momentos de volatilidade ou provocar frustração com os resultados.

Por exemplo, se um investidor com um perfil agressivo aplicar o seu dinheiro em produtos demasiado conservadores, pode sentir-se frustrado com os rendimentos obtidos. O mesmo acontece a um investidor com um perfil conservador que opte por produtos mais arriscados — poderá passar por períodos de forte volatilidade, o que gera desconforto e ansiedade.

Para evitar este tipo de situações, é essencial conhecer bem o seu perfil e escolher investimentos que estejam alinhados com ele. A Golden SGF ajuda os seus clientes a definir o seu perfil e objetivos, para que possam traçar o caminho certo rumo ao futuro financeiro desejado.

2. Não diversificar a carteira

Colocar todos os ovos no mesmo cesto é um erro mais comum do que se possa pensar. Concentrar os seus investimentos num único ativo ou setor pode aumentar o risco de perdas significativas.

A diversificação é uma estratégia fundamental e necessária, seja qual for o grau de conhecimento do investidor. Diversificar os seus investimentos permite distribuir o risco, combinando ativos que se comportam de forma diferente perante o mercado, e assim proteger melhor o seu património. No entanto, antes de considerar um novo investimento, é importante conhecer todas as suas características, de forma a garantir que está alinhado com o seu perfil e os seus objetivos.

3. Desconhecimento dos produtos financeiros

É importante conhecer as características, vantagens e desvantagens de cada produto, bem como a sua adequação ao perfil do investidor e aos objetivos definidos. Tomar decisões de investimento sem esse conhecimento pode levar a escolhas inadequadas. Procure informação de confiança e, se necessário, apoio especializado para tomar decisões mais acertadas.

Ainda há muitas pessoas a iniciar a sua jornada no mundo dos investimentos sem o devido conhecimento. Tal como num jogo de xadrez, ou noutra actividade que envolva estratégia, qualquer investimento deve ser precedido de estudo e preparação.

4. Falta de planeamento financeiro

A ausência de um plano financeiro alinhado com os seus objetivos é como planear uma viagem sem destino. A visão estratégica a longo prazo pode fazer toda a diferença, especialmente se o objetivo for o crescimento sustentado do seu património.

Definir objetivos concretos, prazos e estratégias ajuda a manter o foco e a disciplina, evitando decisões impulsivas baseadas em emoções ou em tendências passageiras. Um bom planeamento financeiro é essencial para alcançar metas como a reforma antecipada, a educação dos filhos ou a compra de um imóvel.

5. Não acompanhar regularmente os investimentos

O mercado financeiro está em constante mudança, e a sua carteira — ou conjunto de investimentos — deve ser revista com regularidade. Não acompanhar os seus investimentos pode fazer com que perca oportunidades ou mantenha posições desalinhadas com os seus objetivos.

O acompanhamento regular permite ajustar a carteira consoante as suas necessidades e o contexto económico, garantindo que continua no caminho certo para alcançar os seus objetivos financeiros.

Na Golden SGF, acreditamos que evitar estes erros é essencial para construir uma estratégia de investimento sólida e orientada para os seus objetivos. Estamos aqui para ajudar a tomar decisões informadas e a planear o seu futuro financeiro com confiança.

"Relief Rally" - Recuperação sustentável ou apenas um alívio temporário?

Na abertura de maio, assistimos a um início positivo em praticamente todas as classes de ativos, dando continuidade ao ímpeto do final de abril. Este comportamento reflete um renovado apetite pelo risco, muito associado ao acalmar das tensões comerciais que tanto preocuparam os investidores nas semanas anteriores.

O que estamos a testemunhar é uma recuperação em formato “V” nos mercados, um padrão que surge após termos atingido níveis recorde de pessimismo entre os investidores. Durante esta queda, foi tentador correr para a saída e vender os investimentos, no entanto, reforçamos à altura, junto dos nossos clientes, para não o fazer. A história mostra-nos que esta raramente é a melhor estratégia.

A verdade é que os melhores dias do mercado tendem a seguir-se muito de perto aos piores. Os investidores que mantêm o rumo acabam, geralmente, por obter resultados significativamente melhores a longo prazo. Quem sai do mercado nos momentos de turbulência arrisca-se a perder os dias de maior valorização – e são precisamente estes dias que mais contribuem para os retornos a longo prazo.

Numa perspetiva histórica, desde 1950 registaram-se 12 bear markets, o que representa uma média de um mercado bear a cada 6 anos. Isto faz sentido do ponto de vista macroeconómico, já que a maioria destes períodos negativos são causados por ou antecipam recessões, seguindo assim o ciclo económico natural.

É interessante notar que os dois últimos episódios negativos aconteceram invulgarmente próximos: em 2020, com uma queda de 35%, e em 2022, com um recuo de 27%. Ambos foram casos particulares, não originados pelo ciclo económico tradicional, mas "induzidos" por fatores externos. O bear market de 2020 foi especialmente abrupto, atingindo o seu ponto mais baixo em apenas 33 dias – uma queda praticamente vertical (parabolic drop).

A história também nos ensina que quanto mais abrupta é a queda, mais forte tende a ser a recuperação – como uma bola de borracha que ressalta com maior força quanto mais violentamente é atirada ao chão. Foi exatamente o que aconteceu em 2020: o mercado caiu abruptamente, mas recuperou com tal velocidade que terminou o ano com ganhos de 18%, registando nesse ano uma subida de 70% desde o ponto mais baixo.

O recente “relief rally” deixa-nos uma questão: estamos perante um impulso temporário motivado por eventos específicos ou é o sinal de uma viragem mais sustentável?

O mercado reagiu como se fosse apenas uma resposta a um evento pontual – guerra comercial – mas, a verdade é que as economias continuam particularmente vulneráveis a choques, muito dependentes de liquidez e com níveis de dívida soberana historicamente elevados. Apesar desta recuperação dos mercados, o ciclo do excepcionalíssimo norte-americano parece ter-se esgotado no curto prazo.

No panorama geral, segundo a nossa equipa de especialistas, estamos a testemunhar uma verdadeira desagregação, uma transformação estrutural cujo desfecho é quase impossível de antecipar, especialmente quando as mudanças políticas de Washington intensificam uma mudança global já em curso. Por isso, deixamos para trás a extrapolação de velhas tendências e a confiança cega em pressupostos do antigamente.

Os ETFs são vistos como uma forma simples e eficiente de começar uma estratégia de investimento diversificada, graças à sua natureza de gestão passiva. Mas, será que confiar apenas na dinâmica do mercado é a melhor decisão?

A gestão ativa realizada por uma equipa especializada pode fazer a diferença em momentos de alta volatilidade, como o exemplificamos neste artigo. Pode um PPR passivo reagir ao mercado? Vamos descobrir.

Os ETFs têm-se tornado uma das soluções de investimento mais populares entre os jovens investidores, graças aos seus baixos custos operacionais e à facilidade de gestão. No entanto, confiar apenas nos movimentos do mercado e na aparente gestão "automática" pode não ser suficiente, especialmente em momentos de grande instabilidade. É aqui que entra a gestão ativa, e o PPR Golden SGF ETF é um excelente exemplo.

Embora o PPR seja composto por ETFs, isto não significa que não haja decisões ativas. Pelo contrário, a nossa solução, que junta a poupança de um PPR com a exposição ao mercado através de ETFs, tem uma gestão ativa na tomada de decisões estratégicas, de forma a manter o equilíbrio da carteira a longo prazo. Ou seja, mesmo sendo baseado em ETFs — que oferecem vantagens como diversificação, liquidez e baixo custo —, a alocação de ativos e os ajustes estratégicos continuam a ser feitos de forma ativa pela nossa equipa, tendo em conta os movimentos dos mercados financeiros.

Caso Prático - O dólar mexeu, e a Golden SGF já estava pronta

Evolução Eur/USD desde maio de 2024, até abril de 2025, Fonte Bloomberg
Evolução Eur/USD desde maio de 2024, até abril de 2025 | Fonte Bloomberg
Evolução Eur/USD desde o início do ano, Fonte Bloomberg
Evolução Eur/USD desde o início do ano | Fonte Bloomberg

Recentemente, fomos questionados sobre o motivo de estarmos a incluir no PPR Golden SGF ETF um ETF que segue o mercado global de ações, mas com cobertura cambial (o iShares MSCI World UCITS ETF EUR Hedged), em vez de reforçar o fundo global tradicional (iShares Core World UCITS ETF), que tem comissões um pouco mais baixas.

Evolução dos ETFs desde maio de 2024 até abril de 2025, Fonte: Bloomberg
Evolução dos ETFs desde maio de 2024 até abril de 2025 | Fonte: Bloomberg
Evolução dos ETFs nos últimos 4 meses, Fonte: Bloomberg
Evolução dos ETFs nos últimos 4 meses | Fonte: Bloomberg

À primeira vista, a opção poderia parecer menos eficiente, mas a escolha foi tudo menos aleatória. Na altura, a equipa de investimentos da Golden SGF tinha uma visão pouco positiva em relação ao dólar americano. Como grande parte do ETF tradicional (cerca de 70%) está exposta ao dólar, a nossa equipa quis reduzir esse risco, sem comprometer a exposição aos mercados globais. Assim, optou-se por um ETF semelhante, mas com cobertura cambial — ou seja, um ETF que protege contra as variações na taxa de câmbio das diferentes moedas a que se está exposto (como USD, GBP e JPY) face ao euro.

Três meses depois, a decisão revelou-se acertada: a desvalorização do dólar (como previsto) ocorreu, e graças a essa estratégia, as carteiras clientes Golden SGF ficaram protegidas dessa exposição.

Este exemplo mostra que, mesmo num produto baseado em ETFs — instrumentos de natureza passiva —, a gestão ativa, feita com visão a longo prazo e rigor, pode fazer toda a diferença. Os instrumentos podem ser passivos, mas a estratégia por trás é sempre ativa, e é este equilíbrio que a nossa equipa procura encontrar todos os dias.

Quer saber como podemos maximizar o potencial do seu investimento? Fale com a nossa equipa!