213 240 640
(chamada para rede fixa nacional)
Nem sempre é fácil fazer a escolha certa, muito menos quando falamos da nossa vida financeira — um tema que ainda é tabu para muitos investidores. A maioria define três passos essenciais antes de escolher o PPR ideal para o seu perfil:
1. Definir os seus objetivos;
2. Avaliar a tolerância ao risco;
3. Determinar o horizonte temporal do investimento.
Tudo isto parece simples no papel, mas a realidade é diferente. Muitos investidores acabam por decidir com base na recomendação de um amigo ou familiar, esquecendo-se de que cada perfil é único. É por isso que é fundamental conhecer todas as especificidades do produto, como a Política de Investimento: é ela que explica a estratégia, os ativos e os riscos envolvidos.
Para ajudar nesta decisão, lançamos hoje a nossa nova rubrica: "Este ou Aquele?". Aqui, vamos desconstruir as soluções da Golden SGF para que saiba exatamente o que está a subscrever.
No primeiro duelo, colocamos frente a frente dois dos produtos mais falados do momento: o PPR Golden SGF Poupança Dinâmica e o PPR Golden SGF ETF. Vamos a isso?
Comercializada desde 2009, esta solução de investimento tem como pilares o rigor, flexibilidade e diversificação de investimento. Tem exposição a várias classes de ativos (ações, obrigações, alternativos, e imobiliário), através de Fundos de Investimento e ETFs.
O objetivo: maximizar o retorno do capital no médio/longo prazo, procurando em simultâneo diminuir a volatilidade/risco, através da diversificação de classes de ativos, zonas geográficas e gestores. Produto ideal para investidores com elevada tolerância a oscilações do valor das unidades de participação (UPs), e que procuram um crescimento acentuado de capital.
Nos últimos 3 e 5 anos, este PPR registou uma rentabilidade acima dos 40% (+44,45% e +49,55%, respetivamente).
Classe de risco 4 (escala de 1 a7)
A classe Plus do PPR Golden SGF ETF foi lançada a 31 de outubro de 2023, tornando-o o produto mais recente comercializado pela Golden SGF. No entanto, desde o seu lançamento, esta soluço já alcançou uma rentabilidade acumulada (até ao dia 31 de dezembro de 2025) de 28,55%.
Este PPR tem uma alocação de 75% em ações e 22,5% em obrigações, oferecendo uma estratégia de investimento equilibrada que minimiza riscos de exposição individual. Este tipo de fundo geralmente adota uma visão diversificada alinhada com alguns dos maiores índices globais. O PPR Golden SGF ETF combina os benefícios fiscais dos PPRs, como dedução à coleta e tributação reduzida das respetivas mais valias, com a diversificação e gestão passiva típica dos ETFs, ao replicar índices de mercado.
Em última análise, a decisão entre o PPR Golden SGF Poupança Dinâmica e o PPR Golden SGF ETF deve estar alinhada com a sua filosofia de investimento e com o papel que este ativo desempenhará no seu património global.
- Se privilegia a gestão ativa que segue as convicções da equipa de investimento da Golden SGF, então o PPR Poupança Dinâmica poderá ser uma opção para si. Esta solução é ideal para investidores que procuram uma equipa de gestão focada em ajustar taticamente a exposição ao risco, visando mitigar a volatilidade e capturar oportunidades em diferentes ciclos de mercado através de uma diversificação de classes de ativos.
- Se prefere uma exposição direta aos mercados de capitais (Ações e Obrigações) com a eficiência dos índices globais, então o PPR Golden SGF ETF poderá ser o mais indicado para si. Embora focado nestas duas classes de ativos, este produto beneficia de uma gestão ativa na seleção e ponderação dos melhores ETFs, garantindo que a sua carteira replica o crescimento económico mundial de forma disciplinada, transparente e otimizada.
Independentemente do caminho escolhido, ambos os produtos oferecem o enquadramento fiscal privilegiado dos PPR — uma vantagem competitiva incontornável na maximização da rentabilidade líquida a longo prazo.
Seja qual for o caminho, o mais importante é começar. A nossa equipa de especialistas está ao seu dispor para analisar o seu perfil de risco e ajudá-lo a selecionar a solução que melhor se integra na sua estratégia financeira.
A gestão ativa realizada por uma equipa especializada pode fazer a diferença em momentos de alta volatilidade, como o exemplificamos neste artigo. Pode um PPR passivo reagir ao mercado? Vamos descobrir.
Os ETFs têm-se tornado uma das soluções de investimento mais populares entre os jovens investidores, graças aos seus baixos custos operacionais e à facilidade de gestão. No entanto, confiar apenas nos movimentos do mercado e na aparente gestão "automática" pode não ser suficiente, especialmente em momentos de grande instabilidade. É aqui que entra a gestão ativa, e o PPR Golden SGF ETF é um excelente exemplo.
Embora o PPR seja composto por ETFs, isto não significa que não haja decisões ativas. Pelo contrário, a nossa solução, que junta a poupança de um PPR com a exposição ao mercado através de ETFs, tem uma gestão ativa na tomada de decisões estratégicas, de forma a manter o equilíbrio da carteira a longo prazo. Ou seja, mesmo sendo baseado em ETFs — que oferecem vantagens como diversificação, liquidez e baixo custo —, a alocação de ativos e os ajustes estratégicos continuam a ser feitos de forma ativa pela nossa equipa, tendo em conta os movimentos dos mercados financeiros.


Recentemente, fomos questionados sobre o motivo de estarmos a incluir no PPR Golden SGF ETF um ETF que segue o mercado global de ações, mas com cobertura cambial (o iShares MSCI World UCITS ETF EUR Hedged), em vez de reforçar o fundo global tradicional (iShares Core World UCITS ETF), que tem comissões um pouco mais baixas.


À primeira vista, a opção poderia parecer menos eficiente, mas a escolha foi tudo menos aleatória. Na altura, a equipa de investimentos da Golden SGF tinha uma visão pouco positiva em relação ao dólar americano. Como grande parte do ETF tradicional (cerca de 70%) está exposta ao dólar, a nossa equipa quis reduzir esse risco, sem comprometer a exposição aos mercados globais. Assim, optou-se por um ETF semelhante, mas com cobertura cambial — ou seja, um ETF que protege contra as variações na taxa de câmbio das diferentes moedas a que se está exposto (como USD, GBP e JPY) face ao euro.
Três meses depois, a decisão revelou-se acertada: a desvalorização do dólar (como previsto) ocorreu, e graças a essa estratégia, as carteiras clientes Golden SGF ficaram protegidas dessa exposição.
Este exemplo mostra que, mesmo num produto baseado em ETFs — instrumentos de natureza passiva —, a gestão ativa, feita com visão a longo prazo e rigor, pode fazer toda a diferença. Os instrumentos podem ser passivos, mas a estratégia por trás é sempre ativa, e é este equilíbrio que a nossa equipa procura encontrar todos os dias.
Quer saber como podemos maximizar o potencial do seu investimento? Fale com a nossa equipa!