Com o regresso às aulas a aproximar-se, começam também os preparativos para o novo ano letivo. Nesta altura, a atenção costuma estar virada para os livros escolares ou para a mochila da moda, mas porque não aproveitar para começar também a preparar o futuro financeiro dos seus filhos?

Investir para menores é uma excelente forma de garantir estabilidade e consciência financeira no futuro — sobretudo quando se começa cedo. No entanto, muitos adultos cometem erros ao estruturar estes investimentos, seja por falta de informação, excesso de confiança ou precipitação.

Neste artigo, partilhamos os cinco erros mais comuns ao investir para menores — e como pode evitá-los.

1. Escolher produtos sem considerar o horizonte temporal

Ao investir para menores, é essencial ter em conta o tempo até à maioridade ou até ao momento em que o capital possa ser resgatado. Optar apenas por produtos de curto prazo pode limitar o crescimento do investimento. Muitos pais acabam por escolher contas-poupança tradicionais quando pensam nas poupanças dos seus filhos, porque as consideram como a opção mais segura, e tendem a esquecer-se que o tempo está a favor deles. Para investimentos com horizonte de 10, 15 ou 18 anos, produtos suscetíveis a maior rentabilidade podem fazer toda a diferença no montante final.

👉 Recomendação: Analise o horizonte temporal e considere soluções como PPRs ou fundos com perfil de longo prazo.

2. Ignorar a fiscalidade associada aos produtos

Nem todos os produtos têm o mesmo tratamento fiscal. Alguns podem gerar encargos inesperados no momento do resgate. Por exemplo, resgatar um PPR fora das condições legais pode implicar penalizações fiscais. Além dos PPRs, produtos como fundos de investimento ou seguros financeiros podem ter regimes fiscais distintos, que podem favorecer (ou prejudicar) o rendimento líquido. Ter uma visão fiscal desde o início ajuda a evitar surpresas e maximiza o retorno.

👉 Recomendação: Informe-se sobre os benefícios e penalizações fiscais antes de investir.

5 Erros Comuns ao Investir para Menores

3. Não envolver o menor no processo educativo

Investir para menores não deve ser apenas uma decisão financeira tomada pelos adultos. Também pode (e deve) ser uma oportunidade educativa para os mais novos. Ignorar este passo é perder uma oportunidade de transmitir noções importantes de poupança, disciplina e valorização do dinheiro. Mesmo que sejam pequenos, os mais novos podem participar de forma simples (dependedo da idade claro) como decidir juntos uma percentagem da mesada a investir, escolher uma “empresa favorita” para acompanhar ou até criar um quadro visual de poupança.

👉 Recomendação: Explique o propósito do investimento ao seu filho(a) e introduza conceitos básicos de literacia financeira de forma simples e adaptada à idade.

4. Falta de diversificação

Concentrar o investimento num único produto ou setor aumenta o fator do risco. Por exemplo, investir apenas em ações de empresas tecnológicas pode ser prejudicial em momentos de instabilidade. Uma boa prática é aplicar a “regra dos 3”: investir em ativos de baixo risco (como obrigações), médio risco (fundos diversificados) e maior risco (ações ou ETFs). Assim, acaba por construir um portfolio com crescimento a longo prazo.

👉 Recomendação: Diversifica entre diferentes classes de ativos e geografias para reduzir o risco.

5. Não rever o investimento ao longo do tempo

Um investimento feito para um menor deve ser monitorizado e ajustado ao longo dos anos. Ignorar esta revisão pode levar a perdas ou a oportunidades desperdiçadas. A vida muda — e os objetivos também. O que faz sentido quando o seu filho tem 2 anos pode já não ser adequado quando ele tem 12. Rever a carteira a cada 1-2 anos garante que o plano continua alinhado com o propósito inicial.

👉 Recomendação: Reavalie regularmente a carteira de investimento e faça os ajustes necessários, tendo sempre em conta o perfil e os objetivos definidos para o menor.

5 Erros Comuns ao Investir para Menores

Conclusão

Investir para menores é uma responsabilidade que exige planeamento, conhecimento e acompanhamento. Evitar estes erros comuns pode fazer toda a diferença no futuro financeiro dos mais jovens.

Na Golden SGF, ajudamos a escolher o produto certo para cada cliente consoante os seus objetivos a longo prazo. Se deseja começar a preparar hoje o futuro financeiro dos seus filhos, fale connosco.

Todos os dias, os mercados financeiros contam uma nova história — algumas com impacto real, outras nem tanto. As últimas notícias têm-se centrado em “tensões geopolíticas”, “inflação persistente” ou “decisões dos bancos centrais”, preocupando muitos investidores sobre o futuro do seu património. É fácil ficar preso nestas flutuações e preocupações momentâneas, mas a pergunta que realmente importa é: em que horizonte temporal está a pensar quando faz um investimento?

Na Golden SGF, acreditamos que a visão a longo prazo é um aliado poderoso, e a história comprova isso mesmo. Desde 1926, os períodos de crescimento nos mercados (bull markets) têm durado, em média, muito mais do que os períodos de desvalorização (bear markets). Ou seja, podemos até dizer que o tempo está do lado de quem investe com paciência e estratégia.

Mas uma coisa é certa: o investimento não tem por base só matemática — incorpora também um jogo emocional que nos pode levar a tomar decisões impulsivas.

Um exemplo real: 2020–2024

Um investidor que tivesse investido no S&P 500 em janeiro de 2020, mesmo tendo vivido a dramática queda de março de 2020 (mais de 30% em questão de semanas), teria visto o seu investimento valorizar substancialmente até 2024. Este exemplo demonstra como manter uma perspetiva de longo prazo pode transformar momentos de aparente catástrofe em oportunidades.


O que parece uma crise no momento pode, com tempo e disciplina, revelar-se uma oportunidade.

Porque não investir tudo em ações do ponto de vista individual?

É uma pergunta válida — e até lógica, mas há três razões pelas quais defendemos uma abordagem equilibrada:

1. A Incerteza dos Retornos Futuros

Rentabilidades passadas não são garantia rentabilidades futuras e, é por isso que a construção de uma carteira deve ser feita com realismo.

2. A componente emocional

Durante 2020 e 2022, muitos índices registaram quedas de 30% ou mais. Se todo o seu património estivesse investido apenas em ações, conseguiria manter a calma e não vender no momento errado? A natureza humana tende a favorecer decisões emocionais precisamente quando a racionalidade é mais necessária.

3. O Risco da Concentração Geográfica

Um investidor português que tivesse concentrado recursos no PSI-20 no início dos anos 2000 teria uma perspetiva muito diferente. O índice português registou períodos prolongados de performance dececionante, demonstrando os riscos de uma abordagem geograficamente concentrada.

Diversificação: o pilar de uma estratégia sólida

Uma carteira bem construída deve incluir:

- Ações de várias regiões (EUA, Europa, Japão e emergentes) e setores;

- Obrigações (para maior estabilidade);

- Fundos alternativos;

- Metais preciosos.

O objetivo não é “acertar no próximo grande investimento”, é proteger o seu capital e reduzir a volatilidade, mesmo quando os mercados estão turbulentos.

2020 a 2024: Um teste real para todos os investidores

Os últimos quatro anos ofereceram um curso intensivo sobre diversificação:

- 2020: A pandemia e a queda abrupta dos mercados;

- 2022: A subida agressiva das taxas de juro penalizou ações como obrigações;

- 2023-2024: A recuperação foi desigual, com setores e geografias a avançar em ritmos diferentes.

Quem teve uma carteira diversificada, bem ajustada e que se manteve investido, conseguiu atravessar este período com maior serenidade — e com melhores resultados a longo prazo. A verdadeira criação de riqueza acontece quando resistimos à tentação de tomar decisões emocionais baseadas em eventos de curto prazo. Em vez disso, devemos focar-nos na construção gradual e consistente do património, sempre pensando num futuro a longo prazo.

E o papel dos PPRs nesta estratégia?

Saiba qual é a estratégia que resistiu a pandemias, guerras e inflação

Um dos instrumentos mais eficazes para quem quer investir com visão de longo prazo, beneficiando de vantagens fiscais e estabilidade, são os Planos Poupança Reforma (PPRs). Quando bem integrados numa carteira diversificada, os PPRs ajudam a construir património de forma consistente e disciplinada — beneficiando ainda de vantagens fiscais relevantes (veja mais aqui).

 Na Golden SGF, vemos os PPRs não apenas como soluções para a reforma, mas como soluções de poupança flexíveis, adaptáveis a diferentes fases da vida e perfis de investidor. Quer conhecer soluções pensadas para si? Descubra mais em www.goldensgf.pt


Sabia que, ao investir no PPR Golden SGF ETF, está a colocar parte do seu dinheiro em empresas do top mundial como Nvidia, Microsoft, Apple, ou Amazon ? Só estas empresas representam uma fatia relevante da carteira do PPR (mais do que 10%). E isso não é por acaso.

Se sempre teve curiosidade em investir nestas grandes empresas, mas não queria arriscar em apenas uma ação, esta pode ser uma forma equilibrada, simples e fiscalmente vantajosa de o fazer. Neste artigo, explicamos de forma clara a sua composição e o que isso significa para o seu investimento.

Composição do PPR Golden SGF ETF

A carteira do PPR Golden SGF ETF é uma carteira pensada para crescimento a longo prazo, com alguma estabilidade e proteção adicional. Atualmente este produto é composto por:

✅ 75% em Ações globais

✅ 22,5% em Obrigações

✅ 2,5% em Liquidez

Dentro da componente de Ações, o ETF com maior peso é o iShares Core MSCI World UCITS ETF, que representa cerca de 64% da carteira global. Este ETF inclui mais de 1.400 empresas de mercados desenvolvidos, como EUA, Europa, Japão, UK e Canadá, sendo que os Estados Unidos representam certa de 70%.

Mas atenção: nem todas as empresas têm o mesmo peso — as 10 maiores posições representam quase 25% do respectivo ETF (hares Core MSCI World UCITS ETF).

As 10 gigantes que dominam o ETF

Top 10 empresasPeso  no ETF (%)
NVIDIA5,09%
MICROSOFT4,64%
Apple4,07%
Amazon2,77%
Meta Platforms2,14%
BROADCOM INC1,63%
Alphabet INC (Class A)1,36%
TESLA INC1,21%
ALPHABET INC (CLASS C)1,16%
JPMorgan Chase & CO1,07%
Total25,14%
(Dados a 30/06/2024)

Estas empresas são verdadeiras forças dominantes nos mercados globais, com um histórico de crescimento robusto, forte geração de lucros e influência em setores-chave como tecnologia, inteligência artificial, cloud computing, saúde e serviços financeiros. Ao investir no PPR Golden SGF ETF está a investir nestas empresas conhecidas pelo seu elevado potencial de crescimento.

E a diversificação?

Embora tenha algum peso na carteira (cerca de 64%), é importante salientar que o iShares Core MSCI World UCITS ETF representa apenas uma parte do PPR. Este produto inclui também:

- Um ETF de ações de mercados emergente, com uma exposição a mais de 3.000 empresas de países emergentes dos quais destacamos China, Taiwan, Índia, Coreia do Sul, e Brasil;

-  ETFs de obrigações diversificadas, incluindo dívida de mercados emergentes, obrigações corporativas high yield e dívida pública indexada à inflação.

Ou seja, a carteira é ampla, equilibrada e pensada para uma poupança a médio e longo prazo.

Vantagens para quem investe:

Resumindo, ao investir no PPR Golden SGF ETF, está a:

- Ter exposição indireta às maiores e mais influentes empresas do mundo.

- Beneficiar de gestão passiva com comissões reduzidas (0,75% Classe A e 1% Classe B – ver Documento Informativo).

- Tirar partido das vantagens fiscais dos PPRs — especialmente se mantiver o investimento a 8 anos ou até à idade da reforma.

Quer investir com confiança?

Não precisa de comprar ações individuais, nem gerir vários ETFs. O PPR Golden SGF ETF faz isso por si, com gestão ativa, reinvestimento automático e vantagens fiscais.

➡️ Quer beneficiar desta carteira diversificada, com exposição a gigantes tecnológicas e mercados emergentes?

👉 Subscreva o seu PPR Golden SGF ETF diretamente AQUI.

Sendo uma das poucas soluções no mercado que combina a diversificação dos ETFs com as vantagens fiscais dos PPRs, é natural surgirem dúvidas sobre os seus benefícios — e sobre o que o distingue de outras opções no mercado.

Entre as perguntas mais frequentes que recebemos, uma destaca-se pela sua relevância para quem procura uma solução sólida e fiscalmente vantajosa para a reforma: “O PPR Golden SGF ETF pode ser considerado um produto de capital capitalizado?”

A resposta curta é: Sim, pode. Mas como sempre no mundo dos investimentos, vale a pena explicar o porquê, por isso hoje contamos-lhe mais uma curiosidade sobre o PPR Golden SGF ETF. Prontos?

💡 O que significa “capital capitalizado”?

Primeiro vale a pena desmistificar o que é um produto de “capital capitalizado” (duas palavras que soam a erro ortográfico, mas que fazem toda a diferença na prática). Um produto de capital capitalizado é aquele em que os rendimentos gerados (como juros e os dividentos) são reinvestidos automaticamente, aumentando o valor do investimento a longo prazo. Portanto, não existem distribuições periódicas ao investidor.

Este processo permite beneficiar do chamado efeito de capitalização composto, onde os rendimentos geram novos rendimentos — um dos mecanismos mais poderosos para o potencial crescimento do património a longo prazo. Tal como qualquer produto de investimento ou poupança, também estes têm as suas vantagens e desvantagens:

Vantagens:

- Potencial de crescimento a longo prazo

- Reinvestimento automático dos ganhos

- Flexibilidade de investimento (entregas pontuais ou regulares) - Regime fiscal com vantagens

Desvantagens:

- Está sujeito ao risco de mercado

- O resgate antecipado pode implicar penalizações - Alguns produtos do mercado apresentam custos elevados de gestão e ou subscrição

📈 Como funciona o PPR Golden SGF ETF?

O PPR Golden SGF ETF combina as vantagens dos Planos de Poupança Reforma (PPR) com o potencial de valorização dos ETFs (fundos cotados em bolsa). O que o distingue é o seguinte:

- Investimento exclusivo em ETFs: garantindo uma carteira diversificada, eficiente e com baixos custos.

- Reinvestimento automático dos rendimentos: permite reinvestir os ganhos obtidos com os ETFs, adiando a sua tributação. Neste momento, todos os ETFs nas quais o PPR está a investir, são ETFs de acumulação, ou seja, reinvestem os rendimentos que auferem, não os distribuindo. Isso possibilita um crescimento contínuo do capital ao longo do tempo.

- Tributação diferida: a tributação dos ganhos realiza-se apenas no momento do reembolso, usufruindo das condições fiscais vantajosas aplicáveis aos PPRs.

- Perfil de risco ajustado: ideal para quem procura rentabilidade a médio/longo prazo e aceita alguma volatilidade.

- Este não é um produto com garantia de capital, tal como em qualquer fundo de investimento com um nível de risco mais elevado.

O PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado Descubra a resposta!

✅ Então, o PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado?

Sim. Apesar de funcionar como um PPR convencional, a principal diferença está no facto de investir exclusivamente em ETFs. A tributação apenas ocorre no momento do reembolso. Ou seja, o PPR Golden SGF ETF é um produto de capital capitalizado, porque:

- Os ganhos não são distribuídos ao investidor, mas sim reinvestidos no próprio fundo;

- Não há pagamento de rendimentos periódicos;

- A valorização do capital acontece de forma contínua, através da capitalização composta.

Este modelo está alinhado com o objetivo de longo prazo dos PPRs: acumular capital de forma eficiente, aproveitando os incentivos fiscais e as oportunidades nos mercados financeiros.

🧮 Benefícios para o investidor

- Crescimento acumulado do capital, graças ao reinvestimento automático.

- Vantagens fiscais tanto na dedução em IRS como na tributação mais favorável no momento do resgate. Podem conhecer mais aqui.

- Diversificação global com a solidez dos ETFs.

- Uma estratégia pensada para quem tem horizonte de longo prazo e visão patrimonial.

📌 Conclusão

Se procurava saber se o PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado, agora já sabe: sim, é — e isso representa uma das grandes forças deste produto. Ao combinar reinvestimento automático, eficiência fiscal e exposição a mercados globais, este PPR é uma escolha acertada para quem quer construir um futuro financeiro sólido com uma estratégia clara e disciplinada.

Tem dúvidas sobre como começar? A nossa equipa está pronta para ajudar. Conheça melhor o PPR Golden SGF ETF AQUI.

Investir pode parecer desafiante, especialmente quando surgem dúvidas sobre o que fazer ou evitar.

Muitos investidores, mesmo com alguma experiência, acabam por cometer erros que podem comprometer os seus objetivos financeiros a médio e longo prazo — muitas vezes sem se aperceberem disso.

Neste artigo, vamos partilhar os 5 erros mais frequentes que podem pôr em risco o sucesso dos seus investimentos — e mostrar-lhe como os pode evitar, para construir um futuro financeiro mais seguro e sólido.

1. Não conhecer o seu perfil de risco

Cada investidor tem uma tolerância ao risco diferente, que depende da sua situação pessoal, dos seus objetivos financeiros e do horizonte temporal. Ignorar este perfil pode levá-lo a investir em produtos que não se adequam à sua realidade, o que pode gerar decisões precipitadas em momentos de volatilidade ou provocar frustração com os resultados.

Por exemplo, se um investidor com um perfil agressivo aplicar o seu dinheiro em produtos demasiado conservadores, pode sentir-se frustrado com os rendimentos obtidos. O mesmo acontece a um investidor com um perfil conservador que opte por produtos mais arriscados — poderá passar por períodos de forte volatilidade, o que gera desconforto e ansiedade.

Para evitar este tipo de situações, é essencial conhecer bem o seu perfil e escolher investimentos que estejam alinhados com ele. A Golden SGF ajuda os seus clientes a definir o seu perfil e objetivos, para que possam traçar o caminho certo rumo ao futuro financeiro desejado.

2. Não diversificar a carteira

Colocar todos os ovos no mesmo cesto é um erro mais comum do que se possa pensar. Concentrar os seus investimentos num único ativo ou setor pode aumentar o risco de perdas significativas.

A diversificação é uma estratégia fundamental e necessária, seja qual for o grau de conhecimento do investidor. Diversificar os seus investimentos permite distribuir o risco, combinando ativos que se comportam de forma diferente perante o mercado, e assim proteger melhor o seu património. No entanto, antes de considerar um novo investimento, é importante conhecer todas as suas características, de forma a garantir que está alinhado com o seu perfil e os seus objetivos.

3. Desconhecimento dos produtos financeiros

É importante conhecer as características, vantagens e desvantagens de cada produto, bem como a sua adequação ao perfil do investidor e aos objetivos definidos. Tomar decisões de investimento sem esse conhecimento pode levar a escolhas inadequadas. Procure informação de confiança e, se necessário, apoio especializado para tomar decisões mais acertadas.

Ainda há muitas pessoas a iniciar a sua jornada no mundo dos investimentos sem o devido conhecimento. Tal como num jogo de xadrez, ou noutra actividade que envolva estratégia, qualquer investimento deve ser precedido de estudo e preparação.

4. Falta de planeamento financeiro

A ausência de um plano financeiro alinhado com os seus objetivos é como planear uma viagem sem destino. A visão estratégica a longo prazo pode fazer toda a diferença, especialmente se o objetivo for o crescimento sustentado do seu património.

Definir objetivos concretos, prazos e estratégias ajuda a manter o foco e a disciplina, evitando decisões impulsivas baseadas em emoções ou em tendências passageiras. Um bom planeamento financeiro é essencial para alcançar metas como a reforma antecipada, a educação dos filhos ou a compra de um imóvel.

5. Não acompanhar regularmente os investimentos

O mercado financeiro está em constante mudança, e a sua carteira — ou conjunto de investimentos — deve ser revista com regularidade. Não acompanhar os seus investimentos pode fazer com que perca oportunidades ou mantenha posições desalinhadas com os seus objetivos.

O acompanhamento regular permite ajustar a carteira consoante as suas necessidades e o contexto económico, garantindo que continua no caminho certo para alcançar os seus objetivos financeiros.

Na Golden SGF, acreditamos que evitar estes erros é essencial para construir uma estratégia de investimento sólida e orientada para os seus objetivos. Estamos aqui para ajudar a tomar decisões informadas e a planear o seu futuro financeiro com confiança.

Numa altura onde a palavra “incerteza” faz parte do nosso dia a dia, e os investidores ficam com medo pelas suas poupanças, é importante fazer uma reflexão do que tem sido a história dos mercados financeiros, pois só assim conseguiremos ver o panorama a longo prazo.

Ao longo dos últimos 72 anos, os mercados financeiros demonstraram uma extraordinária capacidade de recuperação após períodos de forte contração — ou seja, fases de queda acentuada nos preços dos ativos e desaceleração económica, muitas vezes associadas a recessões ou crises financeiras.

A história diz-nos que, entre 1956 e 2022, ocorreram diversos "bear markets"— períodos em que os mercados acionistas registam quedas prolongadas de 20% ou mais face ao seu pico recente — com quedas que variaram entre 20% e 57%. Estas quedas, embora dramáticas e muitas vezes acompanhadas por recessões económicas, foram invariavelmente seguidas por recuperações. O que impressiona não é apenas a certeza da recuperação, mas a regularidade com que estes ciclos se manifestam - aproximadamente um "bear market" significativo a cada 6-8 anos. Esta cadência previsível oferece aos investidores de longo prazo uma perspetiva valiosa: a volatilidade não é apenas inevitável, mas constitui parte integrante do funcionamento dos mercados.

As desvalorizações mais severas até ao dia de hoje, como as de 2007 (-57%), 2000 (-50%) e 1973 (-49%), levaram entre 4 e 6 anos até que os mercados voltassem aos seus níveis anteriores. Já as quedas mais moderadas (entre os 20% e os 30%, tendem a recuperar em menos de 2 anos. Ou seja, quando maior a queda, por norma maior será tempo necessário para a sua recuperação completa.

Um dado particularmente animador é que, segundo estudos abrangentes, em cerca de 63,6% dos casos históricos, o mercado recuperou completamente em apenas um ano. Este padrão sugere que a resiliência dos mercados é mais robusta do que muitos investidores presumem durante os períodos de volatilidade.

Alguns episódios desafiam os padrões típicos e oferecem lições particulares. A queda de 2020 provocada pela pandemia de COVID-19, por exemplo, destacou-se pela velocidade tanto da contração (-35% em apenas 33 dias), quanto da recuperação (161 dias até novo máximo histórico). Este episódio demonstra como as intervenções coordenadas de bancos centrais e governos podem alterar significativamente a dinâmica tradicional dos ciclos de mercado. Igualmente notável foi a recuperação de 1980, que apesar de uma queda de 27%, restabeleceu o valor máximo em apenas 84 dias.

Estes exemplos reforçam a importância de ter cautela ao usar médias históricas para casos específicos, mas não anulam a tendência geral de recuperação dos mercados após quedas.

A compreensão destes ciclos económicos históricos oferece orientações valiosas para os investidores, tais como:

1. Reforça o princípio fundamental de que o investimento de longo prazo transcende os ciclos de mercado;

2. Sugere que os períodos de queda significativa, em vez de serem visto como momentos de ansiedade, devem ser olhados frequentemente como oportunidades de investimento em ativos a valores mais baixos;

3. A variabilidade nos tempos de recuperação sublinha a importância da diversificação adequada e do ajuste do horizonte de investimento às necessidades de liquidez;

4. O retorno médio de 15,5% no ano seguinte ao término de uma recessão indica que os investidores que permanecem investidos durante períodos difíceis são frequentemente recompensados pela sua perseverança.

No fundo, ao contrário do que muitos investidores acreditam, o segredo para atuar nos mercados financeiros, não está em tentar prever o momento certo das quedas ou recuperações, mas em construir uma estratégia bem estruturada que tenha em conta os seus ciclos económicos.

Toda a gente sabe que o Certificado de Aforro é um dos mais populares instrumentos de poupança em Portugal, por serem associadas à estabilidade e segurança financeira.

Mas, por que razão os portugueses gostam tanto desta opção… e será um erro? É isso que vamos descobrir.

O crescimento que ninguém estava à espera

Ainda agora o ano começou e os Certificados de Aforro (CA) já são um dos produtos financeiros mais procurados segundo os últimos dados partilhados pelo Banco de Portugal. O primeiro mês do ano foi um mês de recordes com mais de 35 mil milhões de euros investidos neste instrumento, o que se traduziu num crescimento de 3,2% face a janeiro de 2024, segundo a Lusa.

Este crescimento inesperado da procura dos Certificados de Aforro justifica-se pela recente evolução das taxas de juro, pois até há bem pouco tempo estes estavam meio esquecidos. Em 2023, enquanto as taxas dos depósitos a prazo se encontravam em crescimento, o governo decidiu reduzir a remuneração máxima dos CA para o 2,5%, o que resultou numa estagnação de interesse. Ora, desde que estas taxas de juro bancárias começaram a decrescer, os portugueses optaram por apostar novamente neste tipo de investimento que manteve a sua remuneração estável nos últimos dois anos. Mas surge a questão: será esta a melhor opção para investir as nossas poupanças?

Segurança ou uma falsa segurança?

Aos olhos de alguns investidores, os Certificados de Aforro são um dos instrumentos financeiros mais fiáveis para ter as suas poupanças. Este instrumento, sendo um produto de capital garantido pelo Estado, acaba por criar mais confiança no sentido pessimista de “não vou perder dinheiro”, mas, por outro lado, pode limitar o potencial de rentabilidade, já que a segurança vem acompanhada de taxas de juro mais baixas e uma menor flexibilidade de investimento.

As desvantagens incluem uma taxa de juro variável, que pode diminuir se a Euribor cair; o limite máximo de investimento é de 100 000 euros, e os juros estão sujeitos a uma tributação de 28%. Comparados com alternativas como os PPR, os Certificados de Aforro podem ser menos competitivos, especialmente devido ao limite atual de 2,5% de taxa de juro.

Em contraste, os PPR’s oferecem uma rentabilidade potencialmente superior, beneficiando de uma maior flexibilidade de investimento e uma tributação mais vantajosa após 8 anos (apenas 8%). Além disso, o PPR é uma solução pensada para o longo prazo, o que permite não só construir um capital significativo para a reforma, mas também tirar proveito de vantagens fiscais no início e no fim do investimento. Rentabilidades passadas não são garantias de rentabilidades futuras, é verdade, mas quando o objetivo é construir uma poupança a longo prazo devemos considerar soluções menos conservadoras.

Caso prático – O Manel Conservador e o António Positivo

Imaginemos o Manel, que é mais conservador e escolheu, em janeiro de 2025, investir os seus 1.500€ num Certificado de Aforro, com uma taxa de juro de 2,5% ao ano. Ao fim de um mês, ele terá um retorno de 3,75€, resultando num total de 1 503,75€. Se mantiver o investimento durante um ano, o seu retorno bruto será de aproximadamente 37,50€, totalizando 1.537,50€. A vantagem do Manel é a segurança: o capital é garantido pelo Estado, o que significa menos riscos, mas também uma rentabilidade mais modesta.

Por outro lado, o António, mais positivo e disposto a assumir um pouco mais de risco, decidiu investir os mesmos 1 500€ no seu PPR Golden SGF ETF (Classe B), que registou uma rentabilidade de 2,30% no mês de janeiro de 2025. Após um mês, o António verá o seu investimento crescer 34,50€, totalizando 1 534,50€. Para efeito de comparação, o que o Manel ganharia num ano com o Certificado de Aforro, o António conseguiu em apenas um mês com o seu PPR.

Embora o PPR ofereça uma rentabilidade superior à do Certificado de Aforro, ele também envolve mais volatilidade e risco. Contudo, para quem pensa a longo prazo, o PPR pode ser uma solução mais vantajosa, desde que esteja disposto a assumir essas variações.

Conclusão

Muitas vezes, cometemos o erro de encarar as poupanças como algo para ser utilizado a curto prazo, quando, na verdade, essa função cabe ao fundo de emergência. As poupanças devem ser vistas como um projeto de médio/longo prazo, pensado para garantir segurança financeira no futuro.

A sensação de segurança que os Certificados de Aforro proporcionam pode ser tentadora, pois dão a impressão de que "não vamos perder dinheiro". No entanto, essa segurança tem um custo: uma rentabilidade reduzida, que pode não compensar no longo prazo, especialmente em períodos de baixas taxas de juro. O receio da volatilidade e o desconhecimento de outras alternativas muitas vezes travam decisões mais vantajosas, mas é importante perceber que, ao longo do tempo, o risco tende a diluir-se e pode traduzir-se em retornos mais motivadores.

Antes de escolher onde investir, analise a sua situação financeira e os seus objetivos. Existem alternativas como os PPRs, que oferecem opções mais rentáveis e com benefícios fiscais, adaptando-se a diferentes perfis. Pense na poupança como um compromisso de futuro e deixe o seu dinheiro trabalhar para si.

O início do novo ano marca uma nova oportunidade para refletir sobre o que foi alcançado e o que ainda está por fazer, e não falamos só do regresso ao ginásio. Este é o momento ideal para organizar as finanças pessoais para começar 2025 com o pé direito e tomar decisões inteligentes. 

Dizer que o planeamento financeiro é uma ferramenta essencial para atingir os nossos objetivos a médio e longo prazo não é algo novo, mas é sempre importante relembrar. Neste artigo, exploramos não só as estratégias clássicas, mas também abordagens inovadoras, como a gamificação da poupança, que pode transformar a forma como encaramos o ato de poupar — especialmente para aqueles que consideram este ponto um desafio. 

Por onde devemos começar? 

1. Avaliação da situação atual e os seus objetivos: 

Ao analisar os rendimentos, despesas fixas e variáveis, investimentos e poupanças, será mais fácil identificar despesas que podem ser eliminadas ou reduzidas, sem comprometer a sua qualidade de vida. Para além das clássicas tabelas de Excel, existem apps que ajudam a categorizar as suas despesas automaticamente, e até sugerir padrões de consumo desnecessários. 

Uma vez que o seu panorama financeiro esteja bem estabelecido, está na altura de pensar nos seus objetivos de poupança e investimento.  Estabelecer metas específicas ajuda a manter o foco, mas não convém pensar apenas no imediato. Um planeamento financeiro inteligente deve contemplar metas a curto (até 1 ano), médio (1-5 anos) e longo prazo (mais de 5 anos).  

2. Defina o seu plano de Poupança e Investimento: 

Muitos jovens vêm a poupança como algo difícil de alcançar especialmente com o custo de vida atualmente, não sabendo bem por onde começar. O segredo para um plano de poupança e investimento bem estruturado está na consistência. Por isso, partilhamos aqui algumas dicas que poerão ajudar a definir o seu plano financeiro para 2025: 

- Automatizar a poupança: Uma das formas mais eficazes de garantir que poupa de forma consistente é automatizar o processo. A configuração de transferências automáticas para fundo de investimento, quase como se fosse uma “despesa do mês”, irá ajudar que faça esta poupança de forma regular; outra estratégia prática poderá ser o arredondamento de compras. Algumas apps bancárias e de pagamento oferecem funcionalidades que arredondam suas compras para o valor inteiro mais próximo e transferem a diferença para a poupança. Embora realizada de forma pouco significativa, essa micro-poupança pode se acumular de forma significativa ao longo do tempo. 

- Use novas formas de incentivo de poupança: A gamificação pode ser uma estratégia criativa e eficaz para tornar a poupança e o investimento mais envolventes e motivadores. Ao ver o processo como um jogo, com desafios mensais, recompensas por metas atingidas e feedback visual do progresso, poderá ajudar a manter o foco nos seus objetivos financeiros. 

- Diversifique o seu investimento: Poupar não se resume a guardar dinheiro extra, mas sim a procurar soluções que façam o seu capital crescer. Embora muitos considerem que investir é arriscado, este também é uma forma de poupança, desde que seja feito dentro do seu nível de conforto em relação ao risco. Diversifique os seus investimentos em vários tipos de soluções com mais liquidez a curto, médio e longo prazo (como PPRs, ETFs, ações ou imobiliário), de forma a construir uma carteira diversificada. Consulte um especialista financeiro, se necessário, para otimizar as suas escolhas.  

- Não desvalorizar o fundo de emergência: Antes de pensar em investimentos mais arriscados, é crucial ter um fundo de emergência bem estruturado. Criar um fundo de emergência é um dos primeiros passos para uma boa gestão financeira, pois permite lidar com despesas inesperadas. Regra geral, este fundo deve cobrir entre 3 e 6 meses de despesas essenciais para profissões mais estáveis e entre 6 a 12 meses para profissionais com rendimentos mais volúveis, como freelancers. 

3. Acompanhe as tendências financeiras de 2025: 

Em 2025, é crucial estar atento às tendências que impactam o mercado financeiro, especialmente no contexto de investimentos. As finanças verdes estão a crescer, com mais investidores a optar por alternativas sustentáveis que alinham rentabilidade com responsabilidade ambiental. Além disso, as tecnologias financeiras oferecem soluções acessíveis para gestão de investimentos, o que permite otimizar o seu plano financeiro com mais eficiência. Portanto, ao considerar novas opções de investimento, é fundamental tomar decisões informadas. Para isso, é importante consultar um especialista do setor ou conhecer detalhadamente as soluções escolhidas, analisando os contratos para compreender onde está a investir e as comissões associadas. 

Conclusão 

Organizar as suas finanças pessoais pode parecer um desafio, mas com objetivos claros, disciplina e as ferramentas certas, é perfeitamente alcançável. Mas para isso é necessário monitorizar regularmente o seu plano e realizar ajustes quando necessário e garantir que este esteja alinhado com os seus objetivos financeiros, uma vez que o mercado financeiro está em constante mudança.  

O Plano Poupança Reforma é um dos produtos de poupança mais procurados pelos portugueses, especialmente nesta altura do ano. É verdade, começou a contagem decrescente para garantir o Benefício Fiscal, e isso quer dizer que chegou a altura de encontrar o PPR à medida de cada investidor. Hoje iremos falar um pouco sobre o produto mais recente da Golden SGF: o PPR Golden SGF ETF.

Apesar de só ter um ano de existência, este fundo tem chamado a atenção no mercado como uma solução de poupança e investimento.

É um produto que, além de oferecer as vantagens fiscais associadas a qualquer PPR, oferece também a flexibilidade dos ETFs, dando acesso a algumas das melhores empresas internacionais, como a Apple, Microsoft, Amazon, entre outras.

Mas, afinal, qual é a estratégia de investimento utilizada? Vamos desconstruir a sua composição e ficar a conhecer tudo ao pormenor. Prontos?

O PPR Golden SGF ETF

Com apenas um ano de existência, o PPR Golden SGF ETF (Classe A) destacou-se no mercado, alcançando uma rentabilidade acumulada de 15,21% até 31 de outubro. Embora rentabilidades passadas não sejam garantia de resultados futuros, este desempenho inicial não deixa de ser promissor. Este produto combina os benefícios fiscais dos PPRs, como dedução à coleta e tributação reduzida das respetivas mais valias, com a diversificação e gestão passiva típica dos ETFs, ao replicar índices de mercado.

Não menos relevante, é o facto de ser gerido por uma entidade gestora independente, reconhecida e regulamentada, assegurando total transparência. Apesar da gestão passiva dos ETFs, a Golden SGF adota uma abordagem ativa ao selecionar os ETFs que compõem o fundo, tornando-o um produto híbrido e diferenciado.

A estrutura do portfólio: onde é que o fundo investe?

Este PPR tem uma alocação de 75% em ações e 22,5% em obrigações, oferecendo uma estratégia de investimento equilibrada que minimiza riscos de exposição individual. Este tipo de fundo geralmente adota uma visão diversificada alinhada com alguns dos maiores índices globais.

Ao subscrever o PPR Golden SGF ETF, estará a investir em 5 ETFs diversificados em termos geográficos, setoriais e de classes de ativos. Na componente de ações, é através desses ETFs que estará investido num portfólio internacional de ações de empresas de renome como Apple, Microsoft, Amazon, Meta, Tesla, entre outras.

A equipa responsável pela gestão do PPR Golden SGF ETF escolhe os seus investimentos com muito cuidado, selecionando índices que contêm as maiores empresas a nível mundial. Isso ajuda a dar mais segurança a quem investe neste plano poupança.

Alocação de Ativos:

1. Ações Globais

- ISHARES CORE WORLD UCITS ETF

- ISHARES MSCI WORLD UCITS ETF Eur Hdg

- ISHARES Core MSCI EM IMI UCITS ETF

Na componente acionista, o PPR Golden SGF ETF investe em mercados desenvolvidos e em mercados emergentes.

A nossa equipa optou por estes ETFs em vez do reconhecido “S&P 500” para uma maior diversificação, dado que o MSCI World já inclui aproximadamente 70% de exposição aos EUA.

2. Obrigações

- ISHARES EURO INFL GOVT

- ISHARES Euro HY Corp Bond 

- SPDR Bloomberg Barclays EM LC Bond ETF

3. Monetário

Vantagens deste tipo de investimento

Optar por um PPR como o Golden SGF ETF oferece vantagens claras:

- Diversificação de risco: A exposição a vários mercados e classes de ativos reduz o impacto negativo de desempenhos individuais.

- Baixos custos de gestão, uma vez que a comissão de gestão é de 1% (que é bastante inferior comparativamente a alguns produtos do mercado).

- Benefícios fiscais na dedução à coleta (até 20% das contribuições, podem ser descontadas no IRS) e tributação das mais valias mais reduzida, quando comparada com outras soluções de poupança, no momento do resgate.

Conclusão

O PPR Golden SGF ETF é uma boa opção para quem quer juntar os benefícios fiscais de um PPR com a flexibilidade e os possíveis ganhos dos ETFs.

Antes de investir, é importante saber qual o nível de conforto com risco e os objetivos financeiros a médio longo prazo. Ler com atenção as informações do fundo, como o documento informativo, pode ajudar a fazer uma escolha mais segura.

Contudo, se ainda for necessário algum esclarecimento adicional, pode sempre contactar a nossa equipa através do 808 202 702 ou do email ppretf@goldensgf.pt .