IRS Jovem e PPRs: As vantagens fiscais são cumulativas?
À medida que o final do ano se aproxima, é importante avaliar todas as opções de benefícios fiscais disponíveis para assegurar que estamos a tirar o máximo partido das opções disponíveis. Um dos temas do momento tem sido as alterações do IRS Jovem aprovadas no Orçamento de Estado de 2025.
O objetivo é claro: aliviar o impacto fiscal sobre os rendimentos dos jovens que estão a iniciar a sua carreira profissional, para que estes possam criar a sua estratégia de poupança einvestimentoo mais cedo possível. Contudo, uma das dúvidas que mais se tem “ouvido” é: será que as vantagens fiscaisdo IRS Jovem e dos Planos Poupança Reforma são cumulativas? É isso que vamos descobrir…
IRS Jovem 2025: O que mudou?
De acordo com as informações divulgadas pela Deco Proteste e outros órgãos de comunicação social, como o Público, o novo Orçamento de Estado, apresentado em novembro de 2024, trouxe importantes novidades para os jovens profissionais, com idades entre os 20 e os 35 anos. As novas regras do IRS Jovem, já aprovadas no parlamento, entrarão em vigor em janeiro de 2025.
O modelo de redução de IRS mantém os parâmetros atuais, ou seja, a tributação dos impostos será aplicada apenas a uma parte do rendimento do jovem. Uma das grandes alterações está no alargamento do período em que este incentivo poderá ser utilizado, que passou de 5 para 10 anos. Ou seja, um jovem profissional que iniciou a sua atividade laboral e que entregue o seu IRS individualmente (fora do agregado familiar), poderá usufruir do IRS reduzido durante 10 anos, até aos 35 anos.
Esta vantagem fiscal abrange tanto os trabalhadores dependentes (que têm um contrato laboral com uma empresa), como os trabalhadores em regime de recibos verdes (por exemplo freelancers).
Como o IRS Jovem Pode Ser Aliado ao Investimento num PPR?
Oferecendo isenções fiscais progressivas ao longo de 10 anos, o IRS Jovem é uma oportunidade para os jovens iniciarem uma estratégia de poupança e investimento de médio e longo prazo desde o início da carreira. Ao aproveitar estas vantagens, poderão utilizar o valor poupado para investir em produtos de poupança e investimento a médio-longo prazo, como por exemplo um Plano de Poupança-Reforma (PPR).
Muitas pessoas acreditam que os PPRs são apenas para quem está perto da reforma, mas investir num PPR desde cedo, é uma excelente forma de criar hábitos de poupança e planeamento financeiro a longo prazo.
Esta combinação é vantajosa, pois o IRS Jovem reduz os encargos imediatos, mas pode não os reduzir na totalidade. O investimento em PPR proporciona benefícios fiscais reduzindo ainda mais a carga fiscal a suportar.
Estratégias Práticas para Jovens:
1. Estabelecer um plano financeiro: Ao começar a trabalhar, beneficiando do IRS Jovem, os jovens podem começar a planear as suas finanças pessoais, incluindo o investimento num PPR. É importante compreender que, para maximizar os benefícios fiscais e o crescimento do investimento, é essencial manter um compromisso a longo prazo com o PPR.
2. Acompanhar os resultados: É fundamental acompanhar regularmente o desempenho dos fundos PPR para garantir que os objetivos financeiros estão a ser alcançados. Os jovens devem estar atentos às opções de investimento disponíveis e ter em consideração o seu perfil de risco ao escolher um fundo adequado.
3. Recorrer a apoio profissional: Consultar um especialista financeiro pode ajudar os jovens a desenvolverem uma estratégia de investimento num veículo que se adeque aos seus objetivos financeiros pessoais.
Conclusão:
O IRS Jovem e o investimento num Plano de Poupança-Reforma (PPR) são duas ferramentas poderosas que, quando combinadas, oferecem uma estratégia eficaz para os jovens gerirem melhor os seus rendimentos e construírem um futuro
financeiro mais seguro. Quanto mais cedo começar a investir num PPR, maior poderá ser o retorno acumulado ao longo do tempo. Aproveite o IRS Jovem e potencie os seus ganhos com um PPR à sua medida. Consulte o site da Golden SGF e encontre uma solução que vá ao encontro dos seus objetivos financeiros!
Sabia que contar apenas com a Segurança Social pode não ser o suficiente para ter a qualidade de vida que deseja após a reforma? É verdade, estudos têm alertado que o futuro do sistema público de pensões não se prevê tão promissor quanto a maioria gostaria.
Segundo o “Ageing Report de 2024”, os futuros pensionistas poderão perder mais de metade do seu rendimento mensal. Entre os principais fatores encontram-se o envelhecimento da população e o aumento da esperança média de vida, que exercem uma pressão significativa sobre a sustentabilidade do sistema. Portanto, é fundamental começar a pensar numa estratégia financeira complementar, o mais cedo possível.
Os Planos de Poupança Reforma (ou PPR), tem sido uma das soluções mais populares entre os portugueses nos últimos anos. Especialistas, como António Ribeiro da DECO Proteste, reforçam que esta preferência se deve à flexibilidade e adaptabilidade destes produtos aos objetivos individuais de poupança.
Contudo, para quem está a começar a sua jornada financeira, pode ser difícil entender qual é a solução ideal. Neste guia, vamos explorar tudo o que precisa de saber sobre os PPRs. Vamos a isso?
O que é?
Este é um produto de poupança que oferecebenefícios fiscais tanto no momento da subscrição (dedução até 20% no valor do IRS) como no momento de resgate (tributação mais eficiente das mais valias), o que o torna uma escolha popular para quem procura poupar e investir a médio longo prazo.
Sendo um produto de poupança pensado a médio longo prazo, o crescimento destas poupanças não só vai depender do tempo de duração do investimento, como também vai depender muito do perfil de investidor de cada um. Ou seja, a rentabilidade, varia consoante o tipo de risco que o investidor está disposto a correr.
Quem pode subscrever o PPR?
Não existem limites de idade para a sua subscrição, o que os torna uma opção viável tanto para jovens investidores que estão a iniciar a sua jornada financeira como para aqueles que se aproximam da reforma. Além disso, pais que desejem preparar o futuro financeiro dos seus filhos também podem considerar esta solução.
No contrato de subscrição do produto, são sempre identificados dois intervenientes: o contribuinte (a pessoa que realiza as contribuições monetárias ou reforços) e o participante (o titular do produto, que irá usufruir da poupança constituída).
Então no final de contas aqui estão alguns exemplos de quem pode beneficiar:
– Trabalhadores por conta de outrem que desejam complementar a sua pensão de reforma.
– Profissionais independentes que não contribuem para sistemas de previdência tradicionais.
– Estudantes ou jovens trabalhadores que querem começar a poupar cedo e aproveitar ao máximo os benefícios fiscais ao longo dos anos.
– Pessoas já reformadas que ainda procuram um investimento seguro e com vantagens fiscais.
– Pais ou outros familiares diretos que pretendam assegurar o futuro financeiro dos seus filhos ou parentes.
Quantos tipos de PPR’s existem?
A flexibilidade dos PPRs permite que cada investidor escolha o produto mais adequado ao seu perfil e objetivos. Atualmente, existem dois tipos principais de PPR no mercado, cada um com características específicas:
– Fundos PPR
Investindo em diferentes tipos de ativos (como ações, obrigações e matérias-primas, etc.), estes tendem a ter maior potencial de rendimento, mas também podem apresentar maior nível de risco. Não têm capital garantido, o que significa que o valor do investimento pode variar consoante os resultados do mercado, tanto para o lado positivo como para o lado negativo.
– Seguros PPR
Este tipo de produtos, tal como o nome indica, estão associados a contratos de seguro de vida, portanto tem um perfil mais conservador oferecendo uma garantia de capital, transmitindo maior segurança. Isto quer dizer que, também têm a tendência de ter rendimentos mais baixos.
– Ao subscrever este produto, de acordo com a legislação em vigor, é possível deduzir até 20% das contribuições realizadas no ano à coleta do IRS. Isso significa que ao investir neste tipo de instrumento financeiro, pode reduzir a sua carga fiscal, sendo o valor da dedução ajustado à sua idade.
– Os PPRs oferecem uma grande vantagem fiscal no momento do resgate. Em determinadas situações previstas pela lei, os rendimentos gerados são tributados (ou taxados) a uma taxa de IRS de apenas 8%. É uma taxa consideravelmente mais baixa, uma vez que a maioria dos outros investimentos é tributada a 19,6% ou 28%, dependendo do ativo.
2. Condições de resgate:
Os PPRs podem ser resgatados sem penalizações nas seguintes situações:
– A partir dos 60 anos de idade;
– Reforma por velhice;
– Desemprego de longa duração;
– Doença grave ou incapacidade permanente;
– Pagamento de prestações de crédito habitação própria permanente.
Fora destas condições, o resgate pode implicar a devolução dos benefícios fiscais ou pagamento de penalizações.
“Como saber se estou a escolher o PPR certo?”
Se tem um perfil mais conservador (com baixa tolerância ao risco), o ideal será optar por um produto com capital garantido. Desta forma, o valor investido estará protegido, embora os potenciais ganhos sejam mais baixos.
Por outro lado, se o objetivo é fazer crescer as poupanças a médio ou longo prazo, um perfil mais dinâmico poderá ser mais adequado. Este tipo de investidor tende a escolher fundos PPR com maior exposição a ativos de risco (como ações), que podem proporcionar uma rentabilidade superior ao longo do tempo. No entanto, é importante estar preparado para a volatilidade do mercado: os ganhos não são garantidos e podem variar significativamente, com períodos de valorização seguidos de possíveis desvalorizações.
A idade poderá também ser outro fator a ter em conta, devido ao tempo de exposição do investimento. Jovens investidores podem preferir fundos com maior exposição a ações, enquanto pessoas próximas da reforma podem procurar opções mais estáveis.
No entanto, em qualquer caso, avaliar o teu perfil e os riscos envolvidos é fundamental para garantir que a estratégia de investimento está alinhada com as necessidades e expectativas do investidor.
“Como posso subscrever um PPR? De que documentação preciso”
Para subscrever um Plano de Poupança Reforma (PPR) na Golden SGF, além dos comprovativos exigidos para o cumprimentos das exigências legalmente estabelecidas relativamente ao dever de identificação do Participante e do contribuinte quando existente, o investidor irá necessitar também de:
1. Proposta de Subscrição:Este documento especifica os termos da adesão ao PPR e pode variar conforme o produto escolhido.
2. Perfil de Investidor:Este é um formulário que ajuda a determinar o perfil do investidor consoante a sua tolerância ao risco.
Relativamente aos comprovativos, tenha em consideração que os documentos cuja cópia for enviada terão de estar válidos e a data apresentada nos comprovativos submetidos não pode ser anterior a mais de 6 meses relativamente à data de subscrição do PPR. O processo de subscrição de poderá ser enviado para o seu mediador, para o seu gestor na Golden SGF ou, na sua ausência, diretamente para o email: queropoupar@goldensgf.pt.
“Já tenho um PPR, mas não estou contente com o seu desempenho, posso transferir para outra entidade?”
Sim, é possível transferir um Plano de Poupança Reforma (PPR) para outra entidade. A transferência de PPR não fica sujeita a qualquer penalização fiscal. No entanto, caso o contrato preveja a existência de garantia de capital ou rendimento, a entidade que gere o contrato poderá cobrar uma comissão máxima de 0,5% do valor a transferir. A entidade recetora do PPR não pode proceder à cobrança de qualquer comissão pela operação.
Conclusão
Contar apenas com a Segurança Social pode não ser suficiente para garantir uma qualidade de vida adequada na reforma. Os Planos de Poupança Reforma (PPR) têm se destacado como uma solução viável para os portugueses, oferecendo flexibilidade e benefícios fiscais que incentivam a poupança e o investimento a médio e longo prazo. Para escolher o PPR mais adequado, é importante avaliar o perfil de investidor e os seus objetivos financeiros.
Sabia que… os Planos de Poupança com ETFs podem ser a nova tendência de investimento?
Não é a primeira vez que mencionamos que os ETFs se têm vindo a tornar um dos assuntos mais falados entre a comunidade de novos investidores. Esta é uma solução que, uma vez que o nível de risco depende dos ativos subjacentes, acaba por atrair todo o tipo de investidores pela sua diversificação e flexibilidade.
Por exemplo, até há bem pouco tempo as soluções de ETFs eram um mercado subdesenvolvido na Suíça. No entanto, segundo Nima Pouyan, Diretor de Negócios Institucionais e Produtos ETF (Suiça e Liechtenstein), os ETFs começam a ganhar força no mercado suíço. Desde 2017, Pouyan tem supervisionado o negócio de ETFs, numa altura em que a oferta de planos de poupança com ETFsainda era limitada. Naquela época, as comissões sobre pequenos investimentos eram desproporcionalmente altas, contudo, atualmente, os fornecedores de planos de poupança com ETFs de baixo custo estão a tornar-se mais comuns.
Embora a maioria das pessoas na Suíça ainda mantenha o seu dinheiro principalmente em contas pessoais ou de poupança, os planos de poupança com ETFs têm sido o produto dominante de construção de riqueza em grande parte da Europa. Segundo um estudo realizado pela Invesco, no final do ano passado, havia cerca de 7,6 milhões de planos de poupança, com projeções a indicar que este número pode crescer para 32 milhões nos próximos cinco anos. O grupo etário dos 35 aos 45 anos é o que regista as maiores contribuições de poupança.
Estará esta tendência relacionada com a preferência em investimentos mais diversificados e acessíveis?
O que são planos de Poupança com ETFs?
Quando um novo investidor toma o primeiro passo em querer melhorar a sua saúde financeira, a primeira coisa que começa por pesquisar é “qual é a melhor forma para fazer crescer as minhas poupanças?”.
Se, antigamente, as opções pareciam poucas e a regra dizia-nos que a melhor maneira de tentarmos fazer crescer o nosso “porquinho mealheiro” era através de investimentos em produtos seguros, que garantiam a preservação do capital (ou poupanças), como depósitos a prazo ou certificados de aforro, hoje, o investidor, com mais literacia financeira, começa a perceber que ao aceitar algum risco, pode também fazer crescer os seus ganhos.
Os ETFs, ou Exchange Traded Funds, têm vindo a ganhar popularidade entre os consumidores pelo seu fácil acesso, flexibilidade e baixos custos em comparação com outras opções de investimento. Estes fundos negoceiam em bolsa de valores, como se fossem ações, permitindo que um individuo possa investir numa combinação de ativos (ações, obrigações, etc.) de forma simples e diversificada.
Portanto, construir um plano de poupança com ETFs permite investir de forma regular em fundos que seguem índices diversificados, como o índice das maiores empresas de um país ou setor. Isso torna o processo mais seguro, já que o risco é diluído entre vários ativos. A grande vantagem é a possibilidade de acumular capital ao longo do tempo com contribuições automáticas, sem necessidade de decisões constantes.
Benefícios de Investir em ETFs de Forma Regular:
Investir regularmente em ETFs tem uma vantagem importante: o efeito dos juros compostos. Isso significa que, ao reinvestir os lucros obtidos, o investimento cresce de forma mais acelerada com o passar do tempo.
Além disso, ao manter um investimento automatizado e regular, é possível reduzir os impactos das flutuações do mercado. Isso ajuda a evitar decisões impulsivas baseadas em emoções, como comprar ou vender em momentos de alta volatilidade. Assim, os investidores conseguem uma exposição constante ao mercado, o que pode levar a um crescimento mais estável e consistente do seu capital ao longo dos anos.
A análise apresentada pela plataforma True Wealth destaca que investir regularmente emplanos de poupança com ETFs, ajuda a suavizar a volatilidade do mercado, beneficiando da valorização a longo prazo. Assim, já não temos de nos preocupar em saber qual o momento certo para investir. Os planos de poupança regulares podem ser mais eficazes do que tentativas esporádicas de fazer o “timing” do mercado, ajudando os investidores a participar de forma contínua e estratégica.
Até parece perfeito, mas vamos ser honestos: investir em ETFs também exige acompanhar o desempenho dos índices para saber se fizemos a escolha certa ou não. Para muitos, isso pode ser um desafio – quem tem tempo para mais uma tarefa no dia a dia? Então, surge a grande questão: será que há uma forma mais simples de aceder a este mercado de investimento, sem tanto esforço? A resposta é SIM! Já existem soluções de poupança e investimento que englobam o melhor de dois mundos.
O Papel do PPR Golden SGF ETF:
O PPR Golden SGF ETF oferece uma solução vantajosa para novos investidores, combinando os benefícios fiscais típicos dos famosos PPRs com a diversificação dos ETFs. Ao investir neste produto, beneficia de deduções no IRS, que podem chegar a 20% das contribuições, além de uma tributação mais eficiente dos rendimentos no resgate, com taxas reduzidas, desde que se cumpram as condições previstas pela lei.
Uma só subscrição dá acesso a 5 ETFs que englobam ações de algumas das melhoras empresas internacionais (como a Apple ou a Amazon) e obrigações através de uma carteira diversificada composta por 75% em ações, 22,5% em obrigações e 2,5% em monetário. Esses ETFs são selecionados ativamente pela equipa da Golden, garantindo que existe uma gestão profissional e flexível, adaptada às necessidades e ao perfil de risco do investidor.
Embora oPPR Golden SGF ETF seja um produto recente, com apenas 1 ano de existência, registou uma rentabilidade acumulada de 15,21%para quem investiu desde a sua constituição e o manteve até 31 de outubro, superando muitos outros produtos no mercado de PPRs. Claro, é importante lembrar que as rentabilidades passadas não são garantia de rentabilidades futuras. No entanto, com custos baixos e gestão eficiente, este PPR é uma ótima solução para quem deseja começar a poupar e investir a médio longo prazo, de forma simples e sem as complicações da gestão individual.