Aos 20 anos, o mundo parece cheio de possibilidades, mas também de incertezas. O que poucos nos ensinam é que as decisões financeiras que tomamos nesta fase têm impacto direto na liberdade que teremos aos 40, 50, 60 anos, ou até no momento da reforma.

Se sente que nunca lhe ensinaram a lidar com dinheiro, não está sozinho. A verdade é que todos começamos com dúvidas e receios — e é normal não saber tudo à partida.

Se quer evitar surpresas desagradáveis e começar a construir um futuro sólido desde cedo, conheça estas 10 dicas simples, mas que podem fazer a diferença nos momentos de decisão. Estas dicas não são fórmulas mágicas, mas podem ser o ponto de partida para construir um caminho financeiro mais seguro, livre e alinhado com os seus objetivos.

💡 As 10 Dicas Financeiras

1. Aprenda a pensar em décadas, não em dias

O curto prazo é sedutor, mas o verdadeiro crescimento acontece quando se pensa em horizontes de 10, 20 ou 30 anos. O tempo é o maior aliado do investidor. Quem investe com visão de futuro constrói não só património, mas também legado.

2. Entenda o poder dos juros compostos o quanto antes

Investir cedo é como plantar uma árvore: quanto mais tempo ela tiver para crescer, maior será a sombra. Os juros compostos fazem o dinheiro trabalhar por si, e quanto mais cedo começar, maior será o impacto. Mesmo pequenos valores investidos regularmente podem fazer uma diferença enorme ao longo dos anos.

3. Domine a diferença entre ativos e passivos

Um carro pode parecer um ativo, mas geralmente é um passivo. Um ETF, por outro lado, é um ativo. Saber esta diferença muda a forma como gasta e investe. Priorize ativos que geram rendimento ou valorização, como fundos de investimento, ações ou obrigações, e evite acumular passivos que apenas consomem recursos.

4. Entenda como os impostos realmente funcionam

Saber como é tributado o seu rendimento, os seus investimentos e até as suas compras permite-lhe tomar decisões mais eficientes e evitar surpresas. Aproveite benefícios fiscais disponíveis, como os associados a PPRs, e mantenha-se informado sobre deduções e créditos.

5. Faça um orçamento como um minimalista, mas invista com ambição

Gaste com intenção e simplicidade, mas invista com visão e ousadia. O equilíbrio entre frugalidade e ambição é poderoso.

6. Diversifique as suas fontes de rendimento

Um salário é ótimo, mas não deve ser o único. Explore investimentos, projetos paralelos ou rendimentos passivos para aumentar a sua segurança financeira.

7. Aprenda como as taxas de juros afetam a sua vida

Desde créditos pessoais até hipotecas, as taxas de juro influenciam o custo do dinheiro. Saber como funcionam ajuda a evitar endividamento caro.

8. Valorize o tempo acima do dinheiro

O tempo é um recurso não renovável. Aprender a usá-lo bem — seja para aprender, investir ou descansar — é uma forma de riqueza.

9. Entenda os fundamentos do empreendedorismo

Mesmo que nunca queira abrir uma empresa, pensar como um empreendedor ajuda a resolver problemas, criar valor e tomar decisões com autonomia.

10. Aprenda a reduzir impostos legalmente

Existem formas legítimas de pagar menos impostos — desde benefícios fiscais até deduções. Conhecê-las é parte da literacia financeira.

Antes dos 30, o mais importante não é ter tudo resolvido — é saber o suficiente para tomar decisões informadas, que podem fazer toda a diferença no seu futuro. Cada pequena escolha conta e, com o tempo, os resultados acumulam-se.

O PPR Golden SGF ETF é um produto pensado para quem busca uma solução sustentável a médio prazo. Lembre-se: o mais importante é começar — e nunca deixar de aprender. O seu “eu” do futuro vai agradecer.

Com o regresso às aulas a aproximar-se, começam também os preparativos para o novo ano letivo. Nesta altura, a atenção costuma estar virada para os livros escolares ou para a mochila da moda, mas porque não aproveitar para começar também a preparar o futuro financeiro dos seus filhos?

Investir para menores é uma excelente forma de garantir estabilidade e consciência financeira no futuro — sobretudo quando se começa cedo. No entanto, muitos adultos cometem erros ao estruturar estes investimentos, seja por falta de informação, excesso de confiança ou precipitação.

Neste artigo, partilhamos os cinco erros mais comuns ao investir para menores — e como pode evitá-los.

1. Escolher produtos sem considerar o horizonte temporal

Ao investir para menores, é essencial ter em conta o tempo até à maioridade ou até ao momento em que o capital possa ser resgatado. Optar apenas por produtos de curto prazo pode limitar o crescimento do investimento. Muitos pais acabam por escolher contas-poupança tradicionais quando pensam nas poupanças dos seus filhos, porque as consideram como a opção mais segura, e tendem a esquecer-se que o tempo está a favor deles. Para investimentos com horizonte de 10, 15 ou 18 anos, produtos suscetíveis a maior rentabilidade podem fazer toda a diferença no montante final.

👉 Recomendação: Analise o horizonte temporal e considere soluções como PPRs ou fundos com perfil de longo prazo.

2. Ignorar a fiscalidade associada aos produtos

Nem todos os produtos têm o mesmo tratamento fiscal. Alguns podem gerar encargos inesperados no momento do resgate. Por exemplo, resgatar um PPR fora das condições legais pode implicar penalizações fiscais. Além dos PPRs, produtos como fundos de investimento ou seguros financeiros podem ter regimes fiscais distintos, que podem favorecer (ou prejudicar) o rendimento líquido. Ter uma visão fiscal desde o início ajuda a evitar surpresas e maximiza o retorno.

👉 Recomendação: Informe-se sobre os benefícios e penalizações fiscais antes de investir.

5 Erros Comuns ao Investir para Menores

3. Não envolver o menor no processo educativo

Investir para menores não deve ser apenas uma decisão financeira tomada pelos adultos. Também pode (e deve) ser uma oportunidade educativa para os mais novos. Ignorar este passo é perder uma oportunidade de transmitir noções importantes de poupança, disciplina e valorização do dinheiro. Mesmo que sejam pequenos, os mais novos podem participar de forma simples (dependedo da idade claro) como decidir juntos uma percentagem da mesada a investir, escolher uma “empresa favorita” para acompanhar ou até criar um quadro visual de poupança.

👉 Recomendação: Explique o propósito do investimento ao seu filho(a) e introduza conceitos básicos de literacia financeira de forma simples e adaptada à idade.

4. Falta de diversificação

Concentrar o investimento num único produto ou setor aumenta o fator do risco. Por exemplo, investir apenas em ações de empresas tecnológicas pode ser prejudicial em momentos de instabilidade. Uma boa prática é aplicar a “regra dos 3”: investir em ativos de baixo risco (como obrigações), médio risco (fundos diversificados) e maior risco (ações ou ETFs). Assim, acaba por construir um portfolio com crescimento a longo prazo.

👉 Recomendação: Diversifica entre diferentes classes de ativos e geografias para reduzir o risco.

5. Não rever o investimento ao longo do tempo

Um investimento feito para um menor deve ser monitorizado e ajustado ao longo dos anos. Ignorar esta revisão pode levar a perdas ou a oportunidades desperdiçadas. A vida muda — e os objetivos também. O que faz sentido quando o seu filho tem 2 anos pode já não ser adequado quando ele tem 12. Rever a carteira a cada 1-2 anos garante que o plano continua alinhado com o propósito inicial.

👉 Recomendação: Reavalie regularmente a carteira de investimento e faça os ajustes necessários, tendo sempre em conta o perfil e os objetivos definidos para o menor.

5 Erros Comuns ao Investir para Menores

Conclusão

Investir para menores é uma responsabilidade que exige planeamento, conhecimento e acompanhamento. Evitar estes erros comuns pode fazer toda a diferença no futuro financeiro dos mais jovens.

Na Golden SGF, ajudamos a escolher o produto certo para cada cliente consoante os seus objetivos a longo prazo. Se deseja começar a preparar hoje o futuro financeiro dos seus filhos, fale connosco.

Todos os dias, os mercados financeiros contam uma nova história — algumas com impacto real, outras nem tanto. As últimas notícias têm-se centrado em “tensões geopolíticas”, “inflação persistente” ou “decisões dos bancos centrais”, preocupando muitos investidores sobre o futuro do seu património. É fácil ficar preso nestas flutuações e preocupações momentâneas, mas a pergunta que realmente importa é: em que horizonte temporal está a pensar quando faz um investimento?

Na Golden SGF, acreditamos que a visão a longo prazo é um aliado poderoso, e a história comprova isso mesmo. Desde 1926, os períodos de crescimento nos mercados (bull markets) têm durado, em média, muito mais do que os períodos de desvalorização (bear markets). Ou seja, podemos até dizer que o tempo está do lado de quem investe com paciência e estratégia.

Mas uma coisa é certa: o investimento não tem por base só matemática — incorpora também um jogo emocional que nos pode levar a tomar decisões impulsivas.

Um exemplo real: 2020–2024

Um investidor que tivesse investido no S&P 500 em janeiro de 2020, mesmo tendo vivido a dramática queda de março de 2020 (mais de 30% em questão de semanas), teria visto o seu investimento valorizar substancialmente até 2024. Este exemplo demonstra como manter uma perspetiva de longo prazo pode transformar momentos de aparente catástrofe em oportunidades.


O que parece uma crise no momento pode, com tempo e disciplina, revelar-se uma oportunidade.

Porque não investir tudo em ações do ponto de vista individual?

É uma pergunta válida — e até lógica, mas há três razões pelas quais defendemos uma abordagem equilibrada:

1. A Incerteza dos Retornos Futuros

Rentabilidades passadas não são garantia rentabilidades futuras e, é por isso que a construção de uma carteira deve ser feita com realismo.

2. A componente emocional

Durante 2020 e 2022, muitos índices registaram quedas de 30% ou mais. Se todo o seu património estivesse investido apenas em ações, conseguiria manter a calma e não vender no momento errado? A natureza humana tende a favorecer decisões emocionais precisamente quando a racionalidade é mais necessária.

3. O Risco da Concentração Geográfica

Um investidor português que tivesse concentrado recursos no PSI-20 no início dos anos 2000 teria uma perspetiva muito diferente. O índice português registou períodos prolongados de performance dececionante, demonstrando os riscos de uma abordagem geograficamente concentrada.

Diversificação: o pilar de uma estratégia sólida

Uma carteira bem construída deve incluir:

- Ações de várias regiões (EUA, Europa, Japão e emergentes) e setores;

- Obrigações (para maior estabilidade);

- Fundos alternativos;

- Metais preciosos.

O objetivo não é “acertar no próximo grande investimento”, é proteger o seu capital e reduzir a volatilidade, mesmo quando os mercados estão turbulentos.

2020 a 2024: Um teste real para todos os investidores

Os últimos quatro anos ofereceram um curso intensivo sobre diversificação:

- 2020: A pandemia e a queda abrupta dos mercados;

- 2022: A subida agressiva das taxas de juro penalizou ações como obrigações;

- 2023-2024: A recuperação foi desigual, com setores e geografias a avançar em ritmos diferentes.

Quem teve uma carteira diversificada, bem ajustada e que se manteve investido, conseguiu atravessar este período com maior serenidade — e com melhores resultados a longo prazo. A verdadeira criação de riqueza acontece quando resistimos à tentação de tomar decisões emocionais baseadas em eventos de curto prazo. Em vez disso, devemos focar-nos na construção gradual e consistente do património, sempre pensando num futuro a longo prazo.

E o papel dos PPRs nesta estratégia?

Saiba qual é a estratégia que resistiu a pandemias, guerras e inflação

Um dos instrumentos mais eficazes para quem quer investir com visão de longo prazo, beneficiando de vantagens fiscais e estabilidade, são os Planos Poupança Reforma (PPRs). Quando bem integrados numa carteira diversificada, os PPRs ajudam a construir património de forma consistente e disciplinada — beneficiando ainda de vantagens fiscais relevantes (veja mais aqui).

 Na Golden SGF, vemos os PPRs não apenas como soluções para a reforma, mas como soluções de poupança flexíveis, adaptáveis a diferentes fases da vida e perfis de investidor. Quer conhecer soluções pensadas para si? Descubra mais em www.goldensgf.pt


Durante anos, os depósitos a prazo foram apresentados como a opção mais segura para as poupanças familiares. No entanto, uma análise aos dados oficiais do Banco de Portugal revela que esta perceção de segurança não corresponde à realidade económica.

Os números são claros: nos últimos 10 anos (2015-2024), quem manteve as suas poupanças em depósitos a prazo perdeu 10,20% em termos reais . O retorno acumulado obtido através deste produto de 6,12% ficou muito aquém da inflação acumulada no mesmo período: 18,18%.

A situação agravou-se significativamente nos últimos cinco anos, onde a taxa real anualizada atingiu -1,37%. Mesmo com a melhoria recente das taxas de juro dos depósitos para 1,64% anualizados, a inflação mantém-se em 3,04% anualizados, perpetuando um ambiente desfavorável para este tipo de investimento. Esta divergência crescente demonstra que o problema não é conjuntural, mas estrutural, refletindo um desajustamento fundamental entre as expectativas dos aforradores e a realidade económica.

PeríodoRetorno acumulado em termos nominaisInflação acumuladaRetorno Acumulado em termos reaisTaxa de retorno real anualizada
22 anos (2003-2024)9,82%11,48%-1,49%-0,07%
10 anos (2015 - 2024)6,12%18,18%-10,20%-1,07%
5 anos    (2020 - 2024)8,45%16,17%-6,65%-1,37%
Cálculos realizados com base nos dados oficiais do Banco de Portugal (BPstat) e Instituto Nacional de Estatística (INE)


O período entre 2015 e 2021, caracterizado por taxas de juro ultra-baixas, foi particularmente penalizador. As taxas dos depósitos a prazo chegaram ao mínimo histórico de 0,05% em 2021, enquanto a inflação se mantinha presente. Posteriormente, o choque inflacionista de 2022, com inflação de 9,59% contra taxas de depósitos de apenas 0,85%, resultou na maior perda real jamais registada: cerca de 8% num único ano. Estes dados evidenciam que mesmo os períodos de aparente estabilidade podem ocultar uma erosão silenciosa do poder de compra.

Estes resultados demonstram que a estratégia tradicional de concentrar poupanças exclusivamente em depósitos a prazo apresenta limitações significativas na preservação do poder de compra. Na Golden SGF, utilizamos esta evidência para sublinhar a importância de soluções mais adequadas ao contexto económico atual, como os Planos Poupança Reforma (PPR’s). Estes instrumentos, quando bem enquadrados numa estratégia financeira personalizada, permitem proteger o poder de compra ao longo do tempo, beneficiando simultaneamente de vantagens fiscais e de uma gestão orientada para o longo prazo.


Num cenário em que os depósitos a prazo deixaram de cumprir o objectivo fundamental de preservar a riqueza real, os PPR’s assumem-se como uma alternativa sólida e eficaz para quem procura rentabilizar as suas poupanças e construir um futuro financeiro mais seguro. Conheça as nossas soluções AQUI.

Sabia que, ao investir no PPR Golden SGF ETF, está a colocar parte do seu dinheiro em empresas do top mundial como Nvidia, Microsoft, Apple, ou Amazon ? Só estas empresas representam uma fatia relevante da carteira do PPR (mais do que 10%). E isso não é por acaso.

Se sempre teve curiosidade em investir nestas grandes empresas, mas não queria arriscar em apenas uma ação, esta pode ser uma forma equilibrada, simples e fiscalmente vantajosa de o fazer. Neste artigo, explicamos de forma clara a sua composição e o que isso significa para o seu investimento.

Composição do PPR Golden SGF ETF

A carteira do PPR Golden SGF ETF é uma carteira pensada para crescimento a longo prazo, com alguma estabilidade e proteção adicional. Atualmente este produto é composto por:

✅ 75% em Ações globais

✅ 22,5% em Obrigações

✅ 2,5% em Liquidez

Dentro da componente de Ações, o ETF com maior peso é o iShares Core MSCI World UCITS ETF, que representa cerca de 64% da carteira global. Este ETF inclui mais de 1.400 empresas de mercados desenvolvidos, como EUA, Europa, Japão, UK e Canadá, sendo que os Estados Unidos representam certa de 70%.

Mas atenção: nem todas as empresas têm o mesmo peso — as 10 maiores posições representam quase 25% do respectivo ETF (hares Core MSCI World UCITS ETF).

As 10 gigantes que dominam o ETF

Top 10 empresasPeso  no ETF (%)
NVIDIA5,09%
MICROSOFT4,64%
Apple4,07%
Amazon2,77%
Meta Platforms2,14%
BROADCOM INC1,63%
Alphabet INC (Class A)1,36%
TESLA INC1,21%
ALPHABET INC (CLASS C)1,16%
JPMorgan Chase & CO1,07%
Total25,14%
(Dados a 30/06/2024)

Estas empresas são verdadeiras forças dominantes nos mercados globais, com um histórico de crescimento robusto, forte geração de lucros e influência em setores-chave como tecnologia, inteligência artificial, cloud computing, saúde e serviços financeiros. Ao investir no PPR Golden SGF ETF está a investir nestas empresas conhecidas pelo seu elevado potencial de crescimento.

E a diversificação?

Embora tenha algum peso na carteira (cerca de 64%), é importante salientar que o iShares Core MSCI World UCITS ETF representa apenas uma parte do PPR. Este produto inclui também:

- Um ETF de ações de mercados emergente, com uma exposição a mais de 3.000 empresas de países emergentes dos quais destacamos China, Taiwan, Índia, Coreia do Sul, e Brasil;

-  ETFs de obrigações diversificadas, incluindo dívida de mercados emergentes, obrigações corporativas high yield e dívida pública indexada à inflação.

Ou seja, a carteira é ampla, equilibrada e pensada para uma poupança a médio e longo prazo.

Vantagens para quem investe:

Resumindo, ao investir no PPR Golden SGF ETF, está a:

- Ter exposição indireta às maiores e mais influentes empresas do mundo.

- Beneficiar de gestão passiva com comissões reduzidas (0,75% Classe A e 1% Classe B – ver Documento Informativo).

- Tirar partido das vantagens fiscais dos PPRs — especialmente se mantiver o investimento a 8 anos ou até à idade da reforma.

Quer investir com confiança?

Não precisa de comprar ações individuais, nem gerir vários ETFs. O PPR Golden SGF ETF faz isso por si, com gestão ativa, reinvestimento automático e vantagens fiscais.

➡️ Quer beneficiar desta carteira diversificada, com exposição a gigantes tecnológicas e mercados emergentes?

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Sendo uma das poucas soluções no mercado que combina a diversificação dos ETFs com as vantagens fiscais dos PPRs, é natural surgirem dúvidas sobre os seus benefícios — e sobre o que o distingue de outras opções no mercado.

Entre as perguntas mais frequentes que recebemos, uma destaca-se pela sua relevância para quem procura uma solução sólida e fiscalmente vantajosa para a reforma: “O PPR Golden SGF ETF pode ser considerado um produto de capital capitalizado?”

A resposta curta é: Sim, pode. Mas como sempre no mundo dos investimentos, vale a pena explicar o porquê, por isso hoje contamos-lhe mais uma curiosidade sobre o PPR Golden SGF ETF. Prontos?

💡 O que significa “capital capitalizado”?

Primeiro vale a pena desmistificar o que é um produto de “capital capitalizado” (duas palavras que soam a erro ortográfico, mas que fazem toda a diferença na prática). Um produto de capital capitalizado é aquele em que os rendimentos gerados (como juros e os dividentos) são reinvestidos automaticamente, aumentando o valor do investimento a longo prazo. Portanto, não existem distribuições periódicas ao investidor.

Este processo permite beneficiar do chamado efeito de capitalização composto, onde os rendimentos geram novos rendimentos — um dos mecanismos mais poderosos para o potencial crescimento do património a longo prazo. Tal como qualquer produto de investimento ou poupança, também estes têm as suas vantagens e desvantagens:

Vantagens:

- Potencial de crescimento a longo prazo

- Reinvestimento automático dos ganhos

- Flexibilidade de investimento (entregas pontuais ou regulares) - Regime fiscal com vantagens

Desvantagens:

- Está sujeito ao risco de mercado

- O resgate antecipado pode implicar penalizações - Alguns produtos do mercado apresentam custos elevados de gestão e ou subscrição

📈 Como funciona o PPR Golden SGF ETF?

O PPR Golden SGF ETF combina as vantagens dos Planos de Poupança Reforma (PPR) com o potencial de valorização dos ETFs (fundos cotados em bolsa). O que o distingue é o seguinte:

- Investimento exclusivo em ETFs: garantindo uma carteira diversificada, eficiente e com baixos custos.

- Reinvestimento automático dos rendimentos: permite reinvestir os ganhos obtidos com os ETFs, adiando a sua tributação. Neste momento, todos os ETFs nas quais o PPR está a investir, são ETFs de acumulação, ou seja, reinvestem os rendimentos que auferem, não os distribuindo. Isso possibilita um crescimento contínuo do capital ao longo do tempo.

- Tributação diferida: a tributação dos ganhos realiza-se apenas no momento do reembolso, usufruindo das condições fiscais vantajosas aplicáveis aos PPRs.

- Perfil de risco ajustado: ideal para quem procura rentabilidade a médio/longo prazo e aceita alguma volatilidade.

- Este não é um produto com garantia de capital, tal como em qualquer fundo de investimento com um nível de risco mais elevado.

O PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado Descubra a resposta!

✅ Então, o PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado?

Sim. Apesar de funcionar como um PPR convencional, a principal diferença está no facto de investir exclusivamente em ETFs. A tributação apenas ocorre no momento do reembolso. Ou seja, o PPR Golden SGF ETF é um produto de capital capitalizado, porque:

- Os ganhos não são distribuídos ao investidor, mas sim reinvestidos no próprio fundo;

- Não há pagamento de rendimentos periódicos;

- A valorização do capital acontece de forma contínua, através da capitalização composta.

Este modelo está alinhado com o objetivo de longo prazo dos PPRs: acumular capital de forma eficiente, aproveitando os incentivos fiscais e as oportunidades nos mercados financeiros.

🧮 Benefícios para o investidor

- Crescimento acumulado do capital, graças ao reinvestimento automático.

- Vantagens fiscais tanto na dedução em IRS como na tributação mais favorável no momento do resgate. Podem conhecer mais aqui.

- Diversificação global com a solidez dos ETFs.

- Uma estratégia pensada para quem tem horizonte de longo prazo e visão patrimonial.

📌 Conclusão

Se procurava saber se o PPR Golden SGF ETF é de capital capitalizado, agora já sabe: sim, é — e isso representa uma das grandes forças deste produto. Ao combinar reinvestimento automático, eficiência fiscal e exposição a mercados globais, este PPR é uma escolha acertada para quem quer construir um futuro financeiro sólido com uma estratégia clara e disciplinada.

Tem dúvidas sobre como começar? A nossa equipa está pronta para ajudar. Conheça melhor o PPR Golden SGF ETF AQUI.

Toda a gente sabe que o Certificado de Aforro é um dos mais populares instrumentos de poupança em Portugal, por serem associadas à estabilidade e segurança financeira.

Mas, por que razão os portugueses gostam tanto desta opção… e será um erro? É isso que vamos descobrir.

O crescimento que ninguém estava à espera

Ainda agora o ano começou e os Certificados de Aforro (CA) já são um dos produtos financeiros mais procurados segundo os últimos dados partilhados pelo Banco de Portugal. O primeiro mês do ano foi um mês de recordes com mais de 35 mil milhões de euros investidos neste instrumento, o que se traduziu num crescimento de 3,2% face a janeiro de 2024, segundo a Lusa.

Este crescimento inesperado da procura dos Certificados de Aforro justifica-se pela recente evolução das taxas de juro, pois até há bem pouco tempo estes estavam meio esquecidos. Em 2023, enquanto as taxas dos depósitos a prazo se encontravam em crescimento, o governo decidiu reduzir a remuneração máxima dos CA para o 2,5%, o que resultou numa estagnação de interesse. Ora, desde que estas taxas de juro bancárias começaram a decrescer, os portugueses optaram por apostar novamente neste tipo de investimento que manteve a sua remuneração estável nos últimos dois anos. Mas surge a questão: será esta a melhor opção para investir as nossas poupanças?

Segurança ou uma falsa segurança?

Aos olhos de alguns investidores, os Certificados de Aforro são um dos instrumentos financeiros mais fiáveis para ter as suas poupanças. Este instrumento, sendo um produto de capital garantido pelo Estado, acaba por criar mais confiança no sentido pessimista de “não vou perder dinheiro”, mas, por outro lado, pode limitar o potencial de rentabilidade, já que a segurança vem acompanhada de taxas de juro mais baixas e uma menor flexibilidade de investimento.

As desvantagens incluem uma taxa de juro variável, que pode diminuir se a Euribor cair; o limite máximo de investimento é de 100 000 euros, e os juros estão sujeitos a uma tributação de 28%. Comparados com alternativas como os PPR, os Certificados de Aforro podem ser menos competitivos, especialmente devido ao limite atual de 2,5% de taxa de juro.

Em contraste, os PPR’s oferecem uma rentabilidade potencialmente superior, beneficiando de uma maior flexibilidade de investimento e uma tributação mais vantajosa após 8 anos (apenas 8%). Além disso, o PPR é uma solução pensada para o longo prazo, o que permite não só construir um capital significativo para a reforma, mas também tirar proveito de vantagens fiscais no início e no fim do investimento. Rentabilidades passadas não são garantias de rentabilidades futuras, é verdade, mas quando o objetivo é construir uma poupança a longo prazo devemos considerar soluções menos conservadoras.

Caso prático – O Manel Conservador e o António Positivo

Imaginemos o Manel, que é mais conservador e escolheu, em janeiro de 2025, investir os seus 1.500€ num Certificado de Aforro, com uma taxa de juro de 2,5% ao ano. Ao fim de um mês, ele terá um retorno de 3,75€, resultando num total de 1 503,75€. Se mantiver o investimento durante um ano, o seu retorno bruto será de aproximadamente 37,50€, totalizando 1.537,50€. A vantagem do Manel é a segurança: o capital é garantido pelo Estado, o que significa menos riscos, mas também uma rentabilidade mais modesta.

Por outro lado, o António, mais positivo e disposto a assumir um pouco mais de risco, decidiu investir os mesmos 1 500€ no seu PPR Golden SGF ETF (Classe B), que registou uma rentabilidade de 2,30% no mês de janeiro de 2025. Após um mês, o António verá o seu investimento crescer 34,50€, totalizando 1 534,50€. Para efeito de comparação, o que o Manel ganharia num ano com o Certificado de Aforro, o António conseguiu em apenas um mês com o seu PPR.

Embora o PPR ofereça uma rentabilidade superior à do Certificado de Aforro, ele também envolve mais volatilidade e risco. Contudo, para quem pensa a longo prazo, o PPR pode ser uma solução mais vantajosa, desde que esteja disposto a assumir essas variações.

Conclusão

Muitas vezes, cometemos o erro de encarar as poupanças como algo para ser utilizado a curto prazo, quando, na verdade, essa função cabe ao fundo de emergência. As poupanças devem ser vistas como um projeto de médio/longo prazo, pensado para garantir segurança financeira no futuro.

A sensação de segurança que os Certificados de Aforro proporcionam pode ser tentadora, pois dão a impressão de que "não vamos perder dinheiro". No entanto, essa segurança tem um custo: uma rentabilidade reduzida, que pode não compensar no longo prazo, especialmente em períodos de baixas taxas de juro. O receio da volatilidade e o desconhecimento de outras alternativas muitas vezes travam decisões mais vantajosas, mas é importante perceber que, ao longo do tempo, o risco tende a diluir-se e pode traduzir-se em retornos mais motivadores.

Antes de escolher onde investir, analise a sua situação financeira e os seus objetivos. Existem alternativas como os PPRs, que oferecem opções mais rentáveis e com benefícios fiscais, adaptando-se a diferentes perfis. Pense na poupança como um compromisso de futuro e deixe o seu dinheiro trabalhar para si.

À medida que o final do ano se aproxima, é importante avaliar todas as opções de benefícios fiscais disponíveis para assegurar que estamos a tirar o máximo partido das opções disponíveis.

Um dos temas do momento tem sido as alterações do IRS Jovem aprovadas no Orçamento de Estado de 2025. O objetivo é claro: aliviar o impacto fiscal sobre os rendimentos dos jovens que estão a iniciar a sua carreira profissional, para que estes possam criar a sua estratégia de poupança e investimento o mais cedo possível. Contudo, uma das dúvidas que mais se tem “ouvido” é: será que as vantagens fiscais do IRS Jovem e dos Planos Poupança Reforma são cumulativas? É isso que vamos descobrir…

IRS Jovem 2025: O que mudou?

De acordo com as informações divulgadas pela Deco Proteste e outros órgãos de comunicação social, como o Público, o novo Orçamento de Estado, apresentado em novembro de 2024, trouxe importantes novidades para os jovens profissionais, com idades entre os 20 e os 35 anos. As novas regras do IRS Jovem, já aprovadas no parlamento, entrarão em vigor em janeiro de 2025.

O modelo de redução de IRS mantém os parâmetros atuais, ou seja, a tributação dos impostos será aplicada apenas a uma parte do rendimento do jovem. Uma das grandes alterações está no alargamento do período em que este incentivo poderá ser utilizado, que passou de 5 para 10 anos. Ou seja, um jovem profissional que iniciou a sua atividade laboral e que entregue o seu IRS individualmente (fora do agregado familiar), poderá usufruir do IRS reduzido durante 10 anos, até aos 35 anos.

Esta vantagem fiscal abrange tanto os trabalhadores dependentes (que têm um contrato laboral com uma empresa), como os trabalhadores em regime de recibos verdes (por exemplo freelancers).

Como o IRS Jovem Pode Ser Aliado ao Investimento num PPR?

Oferecendo isenções fiscais progressivas ao longo de 10 anos, o IRS Jovem é uma oportunidade para os jovens iniciarem uma estratégia de poupança e investimento de médio e longo prazo desde o início da carreira. Ao aproveitar estas vantagens, poderão utilizar o valor poupado para investir em produtos de poupança e investimento a médio-longo prazo, como por exemplo um Plano de Poupança-Reforma (PPR).

Muitas pessoas acreditam que os PPRs são apenas para quem está perto da reforma, mas investir num PPR desde cedo, é uma excelente forma de criar hábitos de poupança e planeamento financeiro a longo prazo.

Esta combinação é vantajosa, pois o IRS Jovem reduz os encargos imediatos, mas pode não os reduzir na totalidade. O investimento em PPR proporciona benefícios fiscais reduzindo ainda mais a carga fiscal a suportar.

Estratégias Práticas para Jovens:

1. Estabelecer um plano financeiro: Ao começar a trabalhar, beneficiando do IRS Jovem, os jovens podem começar a planear as suas finanças pessoais, incluindo o investimento num PPR. É importante compreender que, para maximizar os benefícios fiscais e o crescimento do investimento, é essencial manter um compromisso a longo prazo com o PPR.

2. Acompanhar os resultados: É fundamental acompanhar regularmente o desempenho dos fundos PPR para garantir que os objetivos financeiros estão a ser alcançados. Os jovens devem estar atentos às opções de investimento disponíveis e ter em consideração o seu perfil de risco ao escolher um fundo adequado.

3. Recorrer a apoio profissional: Consultar um especialista financeiro pode ajudar os jovens a desenvolverem uma estratégia de investimento num veículo que se adeque aos seus objetivos financeiros pessoais.

Conclusão:

O IRS Jovem e o investimento num Plano de Poupança-Reforma (PPR) são duas ferramentas poderosas que, quando combinadas, oferecem uma estratégia eficaz para os jovens gerirem melhor os seus rendimentos e construírem um futuro

financeiro mais seguro. Quanto mais cedo começar a investir num PPR, maior poderá ser o retorno acumulado ao longo do tempo. Aproveite o IRS Jovem e potencie os seus ganhos com um PPR à sua medida. Consulte o site da Golden SGF e encontre uma solução que vá ao encontro dos seus objetivos financeiros!

Sabia que contar apenas com a Segurança Social pode não ser o suficiente para ter a qualidade de vida que deseja após a reforma?

É verdade, estudos têm alertado que o futuro do sistema público de pensões não se prevê tão promissor quanto a maioria gostaria. Segundo o “Ageing Report de 2024”, os futuros pensionistas poderão perder mais de metade do seu rendimento mensal. Entre os principais fatores encontram-se o envelhecimento da população e o aumento da esperança média de vida, que exercem uma pressão significativa sobre a sustentabilidade do sistema. Portanto, é fundamental começar a pensar numa estratégia financeira complementar, o mais cedo possível.

Os Planos de Poupança Reforma (ou PPR), tem sido uma das soluções mais populares entre os portugueses nos últimos anos. Especialistas, como António Ribeiro da DECO Proteste, reforçam que esta preferência se deve à flexibilidade e adaptabilidade destes produtos aos objetivos individuais de poupança.

 Contudo, para quem está a começar a sua jornada financeira, pode ser difícil entender qual é a solução ideal.  Neste guia, vamos explorar tudo o que precisa de saber sobre os PPRs. Vamos a isso?

O que é?

Este é um produto de poupança que oferece benefícios fiscais tanto no momento da subscrição (dedução até 20% no valor do IRS) como no momento de resgate (tributação mais eficiente das mais valias), o que o torna uma escolha popular para quem procura poupar e investir a médio longo prazo.

Sendo um produto de poupança pensado a médio longo prazo, o crescimento destas poupanças não só vai depender do tempo de duração do investimento, como também vai depender muito do perfil de investidor de cada um. Ou seja, a rentabilidade, varia consoante o tipo de risco que o investidor está disposto a correr.

Quem pode subscrever o PPR?

Não existem limites de idade para a sua subscrição, o que os torna uma opção viável tanto para jovens investidores que estão a iniciar a sua jornada financeira como para aqueles que se aproximam da reforma. Além disso, pais que desejem preparar o futuro financeiro dos seus filhos também podem considerar esta solução.

No contrato de subscrição do produto, são sempre identificados dois intervenientes: o contribuinte (a pessoa que realiza as contribuições monetárias ou reforços) e o participante (o titular do produto, que irá usufruir da poupança constituída).

Então no final de contas aqui estão alguns exemplos de quem pode beneficiar:

- Trabalhadores por conta de outrem que desejam complementar a sua pensão de reforma.

- Profissionais independentes que não contribuem para sistemas de previdência tradicionais.

- Estudantes ou jovens trabalhadores que querem começar a poupar cedo e aproveitar ao máximo os benefícios fiscais ao longo dos anos.

- Pessoas já reformadas que ainda procuram um investimento seguro e com vantagens fiscais.

- Pais ou outros familiares diretos que pretendam assegurar o futuro financeiro dos seus filhos ou parentes.

Quantos tipos de PPR’s existem?

A flexibilidade dos PPRs permite que cada investidor escolha o produto mais adequado ao seu perfil e objetivos. Atualmente, existem dois tipos principais de PPR no mercado, cada um com características específicas:

- Fundos PPR

Investindo em diferentes tipos de ativos (como ações, obrigações e matérias-primas, etc.), estes tendem a ter maior potencial de rendimento, mas também podem apresentar maior nível de risco. Não têm capital garantido, o que significa que o valor do investimento pode variar consoante os resultados do mercado, tanto para o lado positivo como para o lado negativo.

- Seguros PPR

Este tipo de produtos, tal como o nome indica, estão associados a contratos de seguro de vida, portanto tem um perfil mais conservador oferecendo uma garantia de capital, transmitindo maior segurança. Isto quer dizer que, também têm a tendência de ter rendimentos mais baixos.

Benefícios Fiscais e Condições de Resgate

1. Benefícios Fiscais:

- Ao subscrever este produto, de acordo com a legislação em vigor, é possível deduzir até 20% das contribuições realizadas no ano à coleta do IRS. Isso significa que ao investir neste tipo de instrumento financeiro, pode reduzir a sua carga fiscal, sendo o valor da dedução ajustado à sua idade.

– Os PPRs oferecem uma grande vantagem fiscal no momento do resgate. Em determinadas situações previstas pela lei, os rendimentos gerados são tributados (ou taxados) a uma taxa de IRS de apenas 8%. É uma taxa consideravelmente mais baixa, uma vez que a maioria dos outros investimentos é tributada a 19,6% ou 28%, dependendo do ativo.

2. Condições de resgate:

Os PPRs podem ser resgatados sem penalizações nas seguintes situações:

- A partir dos 60 anos de idade;

- Reforma por velhice;

- Desemprego de longa duração;

- Doença grave ou incapacidade permanente;

- Pagamento de prestações de crédito habitação própria permanente.

Fora destas condições, o resgate pode implicar a devolução dos benefícios fiscais ou pagamento de penalizações.

“Como saber se estou a escolher o PPR certo?”

Se tem um perfil mais conservador (com baixa tolerância ao risco), o ideal será optar por um produto com capital garantido. Desta forma, o valor investido estará protegido, embora os potenciais ganhos sejam mais baixos.

Por outro lado, se o objetivo é fazer crescer as poupanças a médio ou longo prazo, um perfil mais dinâmico poderá ser mais adequado. Este tipo de investidor tende a escolher fundos PPR com maior exposição a ativos de risco (como ações), que podem proporcionar uma rentabilidade superior ao longo do tempo. No entanto, é importante estar preparado para a volatilidade do mercado: os ganhos não são garantidos e podem variar significativamente, com períodos de valorização seguidos de possíveis desvalorizações.

A idade poderá também ser outro fator a ter em conta, devido ao tempo de exposição do investimento. Jovens investidores podem preferir fundos com maior exposição a ações, enquanto pessoas próximas da reforma podem procurar opções mais estáveis.

No entanto, em qualquer caso, avaliar o teu perfil e os riscos envolvidos é fundamental para garantir que a estratégia de investimento está alinhada com as necessidades e expectativas do investidor.

“Como posso subscrever um PPR? De que documentação preciso”

Para subscrever um Plano de Poupança Reforma (PPR) na Golden SGF, além dos comprovativos exigidos para o cumprimentos das exigências legalmente estabelecidas relativamente ao dever de identificação do Participante e do contribuinte quando existente, o investidor irá necessitar também de:

1. Proposta de Subscrição: Este documento especifica os termos da adesão ao PPR e pode variar conforme o produto escolhido.

2. Perfil de Investidor: Este é um formulário que ajuda a determinar o perfil do investidor consoante a sua tolerância ao risco.

Relativamente aos comprovativos, tenha em consideração que os documentos cuja cópia for enviada terão de estar válidos e a data apresentada nos comprovativos submetidos não pode ser anterior a mais de 6 meses relativamente à data de subscrição do PPR. O processo de subscrição de poderá ser enviado para o seu mediador, para o seu gestor na Golden SGF ou, na sua ausência, diretamente para o email: queropoupar@goldensgf.pt.

“Já tenho um PPR, mas não estou contente com o seu desempenho, posso transferir para outra entidade?”

Sim, é possível transferir um Plano de Poupança Reforma (PPR) para outra entidade. A transferência de PPR não fica sujeita a qualquer penalização fiscal. No entanto, caso o contrato preveja a existência de garantia de capital ou rendimento, a entidade que gere o contrato poderá cobrar uma comissão máxima de 0,5% do valor a transferir. A entidade recetora do PPR não pode proceder à cobrança de qualquer comissão pela operação.

Conclusão

Contar apenas com a Segurança Social pode não ser suficiente para garantir uma qualidade de vida adequada na reforma. Os Planos de Poupança Reforma (PPR) têm se destacado como uma solução viável para os portugueses, oferecendo flexibilidade e benefícios fiscais que incentivam a poupança e o investimento a médio e longo prazo. Para escolher o PPR mais adequado, é importante avaliar o perfil de investidor e os seus objetivos financeiros.